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Mudanças no estilo de vida para engravidar

A Decisão de engravidar é uma das mais importantes na vida de uma família, em especial para a mulher. Assim, para você que é tentante ou está planejando sua gravidez, seguem algumas dicas de mudanças de hábitos importantes para começar já na sua vida!

1. Mude sua alimentação

É muito importante manter bons hábitos alimentares, não só para nossa saúde no geral, mas também para ter um organismo preparado para gerar o bebê e dar à luz. A alimentação desequilibrada pode desencadear diversas doenças, influenciando, inclusive, na fertilidade.

2. Controle o seu peso

É preciso prestar muita atenção no controle do peso. A obesidade ou a anorexia podem influenciar negativamente no sistema reprodutor, diminuindo drasticamente as chances de engravidar.

3. Evite hábitos pouco saudáveis

Hábitos como fumar ou beber em excesso podem causar danos oxidativos ao corpo da mulher, prejudicando diretamente a qualidade dos óvulos.

4. Faça acompanhamento médico regular

É importante manter-se atenta ao que acontece com você! Faça todos os exames ginecológicos relevantes e, no caso de sofrer qualquer tipo de desconforto, procure orientação médica.

5. Mantenha a calma

O estresse não ajuda em nada, sendo um grande inimigo também do equilíbrio hormonal. Além disso, altos níveis de estresse podem influenciar na fertilidade e fazer com que o processo de conceber um bebê seja mais demorado.

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Sexo na gravidez: entenda as alterações durante esse período

Aguardar pelo bebê significa, em muitos casos, aguardar também pelo regresso de uma vida sexual ativa. Mas o que é melhor, ter ou não relações sexuais durante a gravidez?

Segundo os médicos, se a gravidez não for de risco, o sexo está liberado do primeiro ao último trimestre. Transar, além de ser ótimo para a autoestima, controla a ansiedade, melhora o humor e libera endorfina.

O sexo ajuda ainda a melhorar o condicionamento físico, tão importante no trabalho de parto.

Como é o desejo sexual em cada fase na gravidez?

No primeiro trimestre é comum ter muitos enjoos, vômitos, dor nos seios, cansaço e sono – o que não combina muito com o desejo de ter relações sexuais. No entanto, se nada disso estiver acontecendo e não houver nenhuma restrição médica, nada impede a atividade sexual neste período.

Já no segundo trimestre, as náuseas e o cansaço costumam acabar e muitas gestantes se sentem mais dispostas. Há um aumento da irrigação sanguínea na região pélvica, o que pode causar maior sensibilidade nos órgãos genitais, e consequentemente, maior prazer nas relações sexuais.

No terceiro trimestre, a barriga já grande pode ser um desafio para o sexo na gravidez. Mas, nada que um casal com criatividade não possa contornar.

O bebê está protegido durante o sexo na gravidez?

Sim! Mesmo que o canal vaginal seja penetrado, o bebê não sente nada. Isso ocorre porque ele está protegido na cavidade uterina por uma espessa musculatura, pelo saco gestacional e pelo líquido amniótico.

Isso evita qualquer contato dele com o pênis, que sequer encosta na parte externa do colo. Além disso, no colo do útero se forma uma camada de muco que “fecha” a entrada desse órgão, com o objetivo de mantê-lo livre de germes e bactérias.

O sexo não prejudica o bebê, pois não o incomoda ou machuca, nem causa aborto, além disso, o sexo durante a gravidez é inclusive benéfico tanto para a mãe como para o bebê. Mas é importante lembrar que a mulher deve, sempre, seguir as recomendações do médico e que, em casos específicos, o sexo deve ser evitado.

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Segundo filho: 5 coisas que você precisa saber

A espera pela chegada do primeiro filho vem sempre carregada de um misto de sentimentos. São os medos, a ansiedade, incertezas, mudanças e, principalmente, expectativas. Entretanto, quando se espera o segundo filho, a ideia de que já tem experiência e sabe o que virá pela frente nem sempre é a correta. Apesar de o segundo filho já chegar em um ambiente mais tranquilo, nada é como o primeiro!

A segunda gravidez traz novidades, novos desafios, novas questões e alegrias. Além disso, com a chegada do segundo filho, passam a ser dois pequenos em casa!  Pensando nisso, fizemos uma lista com cinco coisas que você precisa saber sobre o segundo filho. Confira:

1 – SUA SEGUNDA GRAVIDEZ NÃO SERÁ COMO A PRIMEIRA

Como já dissemos anteriormente, nada é como antes. Apesar de ser uma gravidez, processo pelo qual já passou uma vez, o momento não é como foi o do primeiro filho. São novos sentimentos, novas curiosidades, novas apreensões e alegrias. Afinal, estamos falando de bebês diferentes. Outro ponto é a figura do primogênito. Além do processo gestacional, você também terá de dedicar um tempo à criança.  

2 – NÃO EXISTE O MOMENTO PERFEITO

Mesmo que a gravidez seja planejada, não há como escolher o momento perfeito e exato. Isso porque a vida está em constante mudança e sempre haverá algo para “adiar” a chegada de mais um pequeno. Dessa forma, quando o segundo filho “anunciar” a sua chegada para aumentar a família, pode esperar por muita loucura, bagunça e, mais do que tudo, pelo inesperado.

3 – COMO TUDO NA MATERNIDADE, VOCÊ NÃO TEM TODO O CONTROLE

Ao planejar – ou não – a chegada de um filho, seja em qualquer momento, você não terá o controle de tudo! Pode parecer aterrorizante esta frase, mas nem tanto… É preciso ter a consciência de viver cada momento, mesmo que estejam sendo vividos pela segunda vez, eles se apresentam como únicos. Mais uma vez frisando: é uma nova vida que está a bordo e chegando ao mundo. 

4 – NADA FARÁ COM QUE O SEU FILHO MAIS VELHO ESTEJA PREPARADO

Sabe os ciúmes? Pois bem, eles estarão presentes na figura do irmão. Por mais que ele seja preparado para recepcionar o irmão, em alguns momentos ele pode querer chamar a sua atenção e de familiares, até mesmo por já ter se acostumado a ser o foco principal da família. Entretanto, não precisa de desespero, ele vai passar por isso e, certamente, amará seu irmão mais novo, mas é normal que o começo seja, no mínimo, complicado.

5 – VOCÊ FICARÁ RADIANTE E FELIZ

A chegada de um filho é sempre especial. É um presente que agracia toda a família. Multiplica a alegria, o companheirismo e, principalmente, o amor. Por isso, este tópico é apenas para te falar que tudo ficará bem!

 

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Fertilidade feminina e o ciclo menstrual

Para analisar a fertilidade feminina, é de extrema importância compreender o ciclo menstrual. Por meio dele, é possível extrair diversas informações interessantes e que podem auxiliar nos tratamentos para gerar a vida. Com duração em torno de 28 dias, o ciclo menstrual se divide em três fases. E todas têm características próprias. Por isso, é muito importante que cada mulher conheça o seu ciclo, para entender melhor o próprio organismo, identificar quando há algo anormal e, sobretudo, saber quando sua menstruação vai chegar.

As três fases do ciclo menstrual são: folicular, ovulatória e lútea. Elas são responsáveis pelas alterações hormonais, mudanças de humor, cólica e também pelo aumento da libido. E, para facilitar a sua compreensão, segue abaixo um detalhamento de cada uma delas. Assim, fica mais fácil conhecê-las e identificá-las durante a passagem do mês. Gostou da ideia? Então confira!

FASE 1: FOLICULAR 

A fase folicular é a primeira do ciclo menstrual e ocorre do 1° dia até aproximadamente o 12° dia do mês, sendo o período que se inicia com o primeiro dia do fluxo menstrual. Normalmente, a menstruação tem a duração de 3 a 7 dias. Contudo, a fase folicular dura até aproximadamente 12 dias, que é quando o corpo se prepara para a maturação do óvulo que será liberado pelo ovário na fase seguinte. Uma curiosidade a ser lembrada é: o folículo é a estrutura que contém células do ovário e um óvulo no interior. A cada ciclo, normalmente apenas um folículo se torna o dominante, crescendo até cerca de 2,5 cm, antes de ovular. Nesta fase, o endométrio cresce em resposta ao estradiol produzido pelo folículo e, assim, a menstruação tem o seu fim em poucos dias.

FASE 2: OVULATÓRIA 

Uma das fases mais desejadas pelas mulheres que desejam engravidar, a fase ovulatória. Ela é responsável pelo período da expulsão do óvulo e que é logo coletado pela tuba uterina, onde espera para ser fertilizado. Neste momento, se houver o encontro com o espermatozoide, forma-se o embrião que pode gerar um bebê saudável. Vale lembrar que o óvulo é fecundado dentro da tuba uterina e o embrião formado demora cerca de 5 dias para conseguir chegar até ao interior do útero para se implantar. Caso não ocorra a fecundação, o óvulo é degenerado e eliminado. 

Não se pode esquecer de que, o famoso período fértil não se inicia na fase ovulatória. Ele ocorre de 5 a 6 dias antes e durante a ovulação, portanto, começa na fase folicular tardia, quando o folículo dominante está grande. Assim, o casal que está tentando engravidar não precisa esperar apenas o dia da ovulação para ter relações sexuais. Entretanto, se estiverem realizando o tratamento com orientação de coito, as relações deverão ocorrer nos dias programados, assim aumentando a chance de uma gravidez.

FASE 3: LÚTEA

A fase lútea, também chamada de secretória, inicia-se após a ovulação, quando o folículo dominante se transforma em corpo lúteo e que produz o hormônio predominante dessa fase, a progesterona. Quando o óvulo não é fecundado ou quando o embrião não se implanta no endométrio, o corpo lúteo perde sua função e a menstruação ocorre, pois a falta de progesterona causa a instabilidade do endométrio, fechando o ciclo menstrual. Essa fase tem a duração média de 14 dias após a ovulação e começa a apresentar os sintomas da TPM como, por exemplo, o cansaço, inchaço, irritabilidade, dores, entre outros.

O ciclo menstrual está relacionado diretamente com o período de maior fertilidade da mulher que busca uma gravidez. Se seu sonho é gerar a vida, o indicado é rastrear o ciclo menstrual e analisar as datas em que a fertilização pode ocorrer. Se após um ano de tentativas a gestação não acontecer, o melhor caminho é buscar ajuda com um especialista em Reprodução Humana.

 

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Por que as grávidas devem ter cuidado com a vitamina C?

A chamada nutrição gestacional é muito procurada pelas futuras mamães. As gestantes possuem necessidades específicas a cada trimestre da gravidez e devem ficar atentas às taxas de vitaminas, minerais e ganho de peso adequado. Mas como determinar o que é melhor em cada fase da gravidez e por que tomar cuidado com a vitamina C? Aqui vão as respostas…

A alimentação durante a gestação necessita de cuidados e tratamentos. A gestação não é época para fazer dietas restritivas e nem perder peso. Por outro lado, também não significa comer em excesso, ou “comer por dois”. A cada período, a alimentação precisa ser selecionada e muito mais balanceada. É claro que nada substitui o acompanhamento médico e os exames que devem ser feitos durante o pré-natal, ok?!

Agora sobre a vitamina C: ela se faz mais necessária durante o segundo trimestre, pois ela age na formação do colágeno, que compõe pele, vasos sanguíneos, ossos e cartilagem, aumenta a absorção do ferro e fortalece o sistema imunológico. Além disso, a ausência ou deficiência de vitamina C durante a gravidez pode aumentar o risco de infecções, ruptura prematura da membrana na gravidez, parto prematuro e eclampsia.

A dose recomendada de vitamina C para as gestantes é de 85 mg/dia, valor que se atinge facilmente com uma alimentação equilibrada no qual se incluem alimentos como vegetais, legumes e frutas frescas. Outro ponto importante é que o consumo deste tipo de alimentos seja diário, já que o ser humano não tem capacidade de criar uma reserva desta vitamina no organismo.

A vitamina C tem ainda um papel importante na absorção do ferro, na cicatrização e no crescimento normal dos ossos, além de promover a síntese de hormônios  Então, nada de descuidar da alimentação por toda a gestação, hein? Ter uma gravidez saudável é transbordar felicidade, de dentro para fora!

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Idade fértil: as chances de engravidar em cada faixa etária

A idade é um dos fatores mais importantes quando falamos sobre a fertilidade feminina. É fundamental que as mulheres entendam sobre esse assunto e, assim, planejem a melhor hora de ter filhos. Não existe uma idade ideal para engravidar, no entanto, o passar dos anos pode dificultar a concepção natural e aumentar os riscos de complicações.

Antes de falar sobre a fertilidade em cada faixa etária, é importante entender sobre as características do sistema reprodutor feminino. A mulher já nasce com uma reserva ovariana – entre um e dois milhões de óvulos. Na primeira menstruação, chamada de menarca, esse número é de cerca de 400 mil. Nesse momento se inicia a vida fértil.

Com o passar dos anos, a quantidade e a qualidades desses óvulos vai diminuindo, até a chegada da menopausa, que significa o fim da vida fértil, o esgotamento da reserva. Isso geralmente acontece entre os 48 e os 51 anos de idade. Nesse cenário, é possível entender as chances de gravidez em diferentes faixas etárias. Confira:

Tentante aos 20:

É o auge da idade fértil. Há maior número de óvulos e eles estão em ótimas condições. Com isso, as chances de gravidez nessa fase da vida são bem altas.

Tentante aos 30:

Aos 32 anos a fertilidade da mulher começa a declinar e esse processo se acelera a partir dos 35.  Nessa fase o número de óvulos caí consideravelmente e aumentam as chances de algumas complicações.

Tentante aos 40:

Depois dos 40 anos, as chances de uma gravidez natural são estimadas em menos de 10%. Além da quantidade de óvulos disponíveis ser bem inferior, a qualidade deles também diminui, o que aumenta as chances de o bebê desenvolver alguma doença congênita.

É muito importante destacar que outros fatores também influenciam nas chances de uma mulher engravidar. Alimentação saudável, peso adequado e prática regular de atividade física, por exemplo, favorecem a fertilidade mesmo com o avançar dos anos. Por isso, ter 30 ou 40 anos não significa, necessariamente, não estar hábil para uma gravidez saudável e feliz.

A idade não precisa ser um fator limitante para a maternidade. Se a mulher deseja adiar o momento de ter filhos, uma boa opção é o congelamento dos óvulos. Assim os gametas continuarão saudáveis e prontos para fecundação quando a paciente desejar.

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Útero invertido: é possível ter filhos?

Na maioria das mulheres, o útero é voltado para frente, inclinado sobre a bexiga, chamado de útero antevertido. Entretanto, há casos em que o útero é voltado para a direção oposta, ou seja, para trás. Essa condição, chamada de útero retrovertido, não é considerada um problema ou má-formação. Significa apenas que o útero está mais próximo do intestino do que da bexiga. Em grande parte dos casos, a mulher descobre a posição inversa do seu útero ao fazer uma ultrassonografia de rotina, e não porque apresentou algum sintoma.

Mas é possível ter filhos com o útero retrovertido? Sim. O fato de o útero estar voltado para trás não significa necessariamente um problema para engravidar. Isso porque o colo do útero continua no mesmo lugar, o que garante a passagem dos espermatozoides até as tubas uterinas.

É normal que o útero se mova e altere de tamanho. Durante a gestação, por exemplo, ele se expande e ocupa toda a pelve, saindo do seu local de origem. Por isso, na gravidez, não interfere se o útero está virado para frente ou para trás.

A infertilidade é comumente associada ao útero retrovertido devido a uma possível associação deste tipo de útero com a endometriose, uma doença que pode diminuir as chances de gravidez. No entanto, não há comprovação científica de que mulheres com o útero virado para trás sejam mais acometidas pela endometriose do que aquelas que possuem o útero virado para frente.

Útero retrovertido não é considerado doença e, portanto, não exige tratamento. Essa variação anatômica não costuma apresentar consequências para a mulher ou para o bebê, caso um dia ela engravide. Não havendo sintomas, não é necessária nenhuma intervenção. Quando alguns sinais se manifestam, como dor durante o ato sexual, cólicas menstruais fortes ou dor ao urinar, podem ser administrados medicamentos e, em casos excepcionais, cirurgia de correção.

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É possível engravidar após a menopausa?

As mulheres têm optado por ter filhos cada vez mais tarde, seja por razões financeiras ou profissionais, por exemplo. Mas sabemos que a fertilidade feminina não dura para sempre, com a menopausa marcando o fim dos ciclos férteis. Vale esclarecer que a mulher já nasce com uma reserva ovariana (entre um e dois milhões de óvulos). Quando ocorre a primeira menstruação, esse número é de cerca de 400 mil.

Com o passar dos anos, a quantidade e qualidade desses óvulos vai diminuindo, até a chegada da menopausa, quando a mulher de fato para de liberar óvulos, ou seja, quando acaba a sua reserva. Isso acontece, geralmente, entre os 48 e os 51 anos. Diante desse cenário, uma dúvida é muito comum: é possível engravidar após a menopausa? Sim!

Desde que não haja problemas de saúde que contraindiquem a gravidez, pode-se recorrer à fertilização in vitro (FIV) com óvulos doados. Nesse processo, os espermatozoides do parceiro são coletados e os óvulos são doados por uma outra mulher. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, o tratamento deve ser feito até os 50 anos de idade, com óvulo de uma doadora anônima. A escolha é feita considerando as características físicas da doadora e da receptora (para que o gameta com características mais semelhantes seja escolhido).

Antes da fertilização, a futura mamãe precisará tomar medicações a fim de preparar o útero para receber o embrião. Isso é muito importante para diminuir os riscos de um aborto espontâneo. Depois de todas essas etapas, a fecundação acontece em laboratório. O embrião é colocado no útero entre o 2º e o 5º dia de desenvolvimento. Daí em diante a gravidez ocorre normalmente.

Com os avanços da medicina reprodutiva, as mulheres ganharam mais autonomia para escolher a hora de ter filhos. Com isso, é possível engravidar mesmo depois da menopausa. É a tecnologia e a ciência em favor da geração de novas vidas.

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Quais são os mitos e verdades sobre a gravidez?

Para quem é tentante ou não, a gravidez “de primeira viagem” é um sonho. São muitas descobertas ao longo dos meses. Muitos conselhos da mãe, tia, avó e até superstições. Há quem acredite que o formato da barriga revela o sexo do bebê e por aí vai… Você está nesta fase? Então o assunto de hoje foi feito para você! No post de hoje pensamos em desmistificar dois mitos e exemplificar verdades sobre a gravidez. Afinal, algumas “cismas” podem ser confirmadas ou não. Quer ver? Então comecemos:

1- Grávida deve evitar adoçante – MITO: Pesquisas têm mostrado que, quantidades exageradas, o ciclamato de sódio, adoçante feito a partir de um derivado de petróleo, poderia causar danos ao feto. Mas, para isso, a gestante deveria ingerir o equivalente a dez latinhas de refrigerante diet por dia. No entanto, se você preferir, poderá utilizar outras possibilidades de adoçante, que vão de aspartame a stévia.

2- O primeiro trimestre da gravidez é o mais delicado – VERDADE: O primeiro trimestre é o período onde ocorre a formação dos órgãos do feto. Sendo assim, ter um cuidado especial em se evitar medicações, bebidas, alguns exames de imagem e afins, pode ajudar a evitar doenças ligadas a alterações genéticas. Ter um médico confiável e orientações de qualidade fazem toda a diferença.
3- Mulher grávida deve comer por dois – MITO: Se você tem um peso normal (IMC entre 18,5 e 25, sendo o IMC seu peso em quilos dividido pelo quadrado de sua altura em metros), ao ficar grávida, poderá colocar na conta do bebê mais 300 calorias por dia. Seguindo essa recomendação, é mais fácil ficar dentro dos parâmetros de ganho de peso considerado adequado pela medicina: o que, para mulheres com IMC entre 18,5 e 25, fica entre 11 e 16 kg. Lembre-se sempre, alimentação é sinônimo de saúde, então não a deixe de lado.

4-Grávidas sentem mais calor – VERDADE: Durante o período de gestação, o metabolismo feminino fica acelerado e a temperatura do corpo da gestante se eleva. Não muito, cerca de 0,5 °C, o que já se apresenta suficiente para sentir mais calor. Ao final da gravidez, por conta do esforço para carregar a barriga, a sensação piora ainda mais.

Agora é só aproveitar o momento mais feliz da vida e curtir cada mudança!