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fertilidade

Saiba mais sobre preservação da fertilidade

Homens e mulheres veem, hoje, a necessidade de adiar o sonho de ter filhos. Para auxiliar
neste comportamento, as técnicas de preservação da fertilidade oferecem a oportunidade
de ambos os sexos terem seus materiais genéticos preservados, seja por razões pessoais,
ou por conta de diagnóstico de alguma doença que possa afetar a fertilidade, como o
câncer.

Muitas mulheres estão optando por congelar seus óvulos para poderem ter a chance de
realizar o sonho da maternidade no futuro. A vitrificação ou congelamento de óvulos,
permite que os óvulos maduros conseguidos após a estimulação ovariana sejam criopreservados para utilização posterior.

Este também é o caso de homens que vão passar por quimioterapia e que desejam
congelar o sêmen. Para os pacientes oncológicos que vão receber quimioterapia ou
radioterapia, ter o material genético preservado é uma boa opção. Afinal, quando o desejo
de se tornar pai vier, as chances de um resultado de sucesso são consideráveis.

Devido à ausência de formação de cristais de gelo, as taxas de sobrevivência dos óvulos e
espermatozoides são elevadas, permitindo atrasar a maternidade e/ou paternidade com
garantias razoáveis.

Além do congelamento de materiais genéticos de forma separada, há, também, a técnica
de criopreservação de embriões. As taxas de sobrevivência embrionária após
congelamento e descongelamento são elevadas e, com o aperfeiçoamento das técnicas de
vitrificação, elas podem chegar a níveis de até 90% ou mais, dependendo dos pacientes.

Na Clínica Life Search, você conta com todos esses procedimentos, além de uma equipe
altamente treinada e preparada para lhe atender com conforto e ética médica. Se você
deseja preservar a sua fertilidade por mais tempo, procure um especialista. Pois como
sempre é dito, o sonho de gerar a vida pode até ser adiado, mas jamais esquecido.

ICSI

Mais sobre a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide (ICSI)

Para quem está chegando agora no mundo dos tentantes, alguns termos utilizados durante as consultas ou até mesmo por pesquisas individuais à internet podem gerar dúvidas e até confusão entre os procedimentos. Mas não se preocupe com isso… É normal. Afinal, quem nos dias de hoje não dá uma pesquisada sobre procedimentos médicos, ainda mais se for submetido a eles? O que devemos sempre prezar é a informação correta e de qualidade.

Pensando nisso, decidimos explicar um pouco mais sobre a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide, a ICSI. O nome gigante faz jus a especificidade do procedimento, visto que a ICSI é uma variação da Fertilização in Vitro (FIV) clássica e, por isso, também é considerada uma técnica de reprodução assistida de alta complexidade. Assim como a técnica da FIV, a ICSI depende do acompanhamento médico, da utilização de medicamentos para estimulação ovariana e de uma estrutura laboratorial complexa. A única diferença é a forma como o espermatozoide e o óvulo se encontram.

Diferente da FIV clássica, para ICSI apenas um espermatozoide é necessário para fertilizar cada óvulo coletado. A fertilização (encontro do óvulo com espermatozoide) ocorre quando um único espermatozoide aspirado em uma agulha é injetado diretamente no óvulo, com auxilio de microscópio e um profissional especializado. No dia seguinte é feita a confirmação do número de óvulos que foram fertilizados e a partir desse momento inicia-se o desenvolvimento do embrião no laboratório, em condição ótima e controlada.

A transferência dos embriões para a cavidade uterina é realizada entre 2 a 5 dias após a coleta dos óvulos, através de um fino cateter, não tendo a necessidade de sedação. Cerca de 10 a 12 dias após a transferência embrionária, a dosagem de beta-hcg no sangue da futura gestante é realizada para confirmação da gravidez.

Assim como na FIV, o número de embriões que serão transferidos para cada mulher depende da qualidade dos embriões formados, da idade da paciente e do desejo do casal, o que deve ser discutido previamente com o médico. Agora com essas informações de qualidade é a hora de procurar um especialista e realizar o sonho de gerar a vida. Aos tentantes de plantão, o ano só está começando e 2019 pode ser o ano da vitória.

FIV

Quantas vezes podemos repetir a FIV?

Recomeçar: isso faz parte do ciclo da vida e, em especial, dos casais que estão tentando engravidar. A Fertilização in Vitro (FIV) é um dos tratamentos mais conhecidos de reprodução humana e possui excelentes índices de sucesso. Entretanto, é preciso estar preparado para mais de uma tentativa, pois nem sempre o resultado esperado vem de primeira.

Sempre dizemos para os tentantes não desistirem, pois na caminhada para gerar vida, os obstáculos podem até parecer difíceis, mas a vitória é sensacional. Contudo, é necessário saber quantas tentativas de FIV são aceitáveis, até onde insistir no tratamento. Pois, alguns probleminhas podem impactar o resultado. E, com isso fazer com que a mudança de tratamento possa ser necessária.

Por isso, agora vamos dar dicas do que influenciar nas falhas do tratamento e quantas vezes pode- se insistir no mesmo método. Existem algumas causas para a FIV não dar certo e, as mais comuns são:

– Qualidade dos óvulos
– Qualidade dos espermatozoides
– Dificuldades de implantação do embrião

Quando o ciclo de FIV não der certo, a primeira coisa a se fazer é uma avaliação sobre o que pode ter contribuído para a falha no tratamento. Partir para outra tentativa sem essa análise pode ser um erro, e aumentar a angústia do casal. Se houver uma suspeita de má qualidade dos óvulos ou dos espermatozoides, pode-se ponderar o uso de doação de  óvulos e espermatozoides para a FIV, caso o casal concorde.

Se os embriões transferidos eram de boa qualidade e o útero não possui alterações conhecidas, pode-se pensar em dificuldade de implantação do embriões, existindo algumas opções de tratamento para tentar aumentar a chance de sucesso, porém nenhuma delas com comprovação. O que pode ajudar – e muito – durante o tratamento é a saúde dos tentantes. Atentar-se à alimentação e manter uma rotina saudável, permite equilibrar os hormônios e proporcionar menores riscos durante a gravidez.

Sendo assim, não há um número máximo permitido de tentativas, pois o resultado dependerá, principalmente, das condições de saúde e características peculiares de cada casal. As chances de sucesso devem ser reavaliadas com o casal e esclarecidos os riscos/benefícios, para que eles optem por uma nova tentativa ou por mudar a estratégia. O importante mesmo é não desistir do sonho de ser papai e mamãe.

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A inseminação intrauterina pode ser repetida?

A inseminação intrauterina, também chamada de inseminação artificial é a colocação do sêmen, dentro do útero por meio de um cateter flexível. Com esta técnica, os espermatozoides, ao invés de serem depositados na vagina como ocorre durante uma relação sexual, são depositados internamente no útero. Sendo assim, a distância a ser percorrida pelo espermatozoide até o óvulo será menor e, consequentemente, maior a chance de gravidez.

Como no coito programado, os ovários devem ser estimulados por hormônios com o intuito de se ter um maior número de óvulos. O crescimento é monitorado por ultrassons repetidos até estarem no tamanho adequado. Neste momento, a ovulação também é desencadeada por uso de medicamentos e daí é marcada a inseminação.

A Inseminação Artificial é um procedimento simples. É indolor, sendo realizada sem anestesia e não dura mais que minutos. No dia do procedimento, o parceiro colhe o sêmen, que então é processado em laboratório retirando impurezas e selecionando os melhores espermatozoides. Com a mulher em posição ginecológica, o sêmen é colocado dentro do útero, perto dos orifícios internos das trompas, através de um cateter delicado que transpassa a vagina e o canal cervical.

Após a inseminação, a mulher deverá ficar em repouso no consultório por alguns minutos. Após esse período, poderá voltar às suas atividades cotidianas. A taxa média de sucesso é cerca de 15 a 20% por tentativa. Já as taxas mais altas ocorrem quando existe um número maior de óvulos, de 2 a 3.

Outro fator é a avaliação do esperma. Amostras dos sêmens com melhor qualidade, maior concentração e maior mobilidade têm grande chance de resultados positivos. Além disso, a idade também pode colaborar, ou seja, quanto menor a idade da paciente, mais chance de sucesso. A repetição de duas a três tentativas pode aumentar a chance de sucesso para 40 a 45%.

Em média não se incentiva a realização de mais de quatro ciclos de inseminação artificial. Após esse número, as chances de sucesso geralmente não aumentam. E, quando isso ocorre, os médicos vão dar outras opções de tratamento para se ter êxito de gerar a vida.

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O que é prolactina e como afeta a fertilidade?

Na caminhada para gerar a vida, vários exames são realizados. Dentre eles, os exames hormonais são de suma importância para ajudar a detectar a causa da infertilidade. No caso da infertilidade feminina, um dos hormônios a ser analisado é a prolactina.

A prolactina é um hormônio importante para a fertilidade, pois ele é responsável pela produção do leite materno através das glândulas mamárias e, além disso, contribui para o equilíbrio do sistema reprodutivo. No entanto, quando existem taxas elevadas de prolactina, ou seja, hiperprolactinemia, esse hormônio pode dificultar a gravidez.

A hiperprolactemia é capaz de alterar a fertilidade através de um desequilíbrio neuroendocrinológico que pode gerar anovulação (ausência de ovulação) e em graus mais elevados até mesmo amenorreia (ausência de menstruação). Entre 9-17% das mulheres com infertilidade sofrem de hiperprolactinemia.

Apesar de pouco conhecidos, os distúrbios da prolactina são mais comuns do que pensamos. Sendo assim, pelo desequilíbrio hormonal afetar todo o sistema reprodutor da paciente, ele acaba provocando distúrbios menstruais e dificuldade da ovulação espontânea, diminuindo as chances de gravidez ou causando infertilidade.

Para identificar o desequilíbrio, a mulher deve se atentar aos sintomas e repassá-los ao seu médico ginecologista. Entre os principais estão:

– Ausência de menstruação (amenorreia) e a produção do leite fora do período de lactação (galactorreia).

– Aumento de acne.

– Pele oleosa e aumento de pelos.

– Anovulação crônica que pode simular Síndrome de Ovários Policísticos (SOP).

O exame comumente realizado para identificar os níveis de prolactina são os de análise de sangue. Os valores normais podem variar entre os laboratórios e apenas seu médico poderá avaliar o resultado. E, antes do tratamento, o especialista vai descartar a possibilidade de a hiperprolactinemia ser causada pelo uso de algum medicamento, o hipotireoidismo, o histórico de insuficiência renal e hepática, além da presença de prolactinoma.

O tratamento  utilizado no desequilíbrio da prolactina é o uso de medicamentos que ajudam a retomar o equilíbrio do hormônio. Após o restabelecimento dos níveis normais da prolactina, a fertilidade natural do casal pode ser restaurada e a gravidez ocorrer de forma espontânea. A disfunção hormonal causada pela hiperprolactinemia pode ser solucionada de forma relativamente simples, sem a necessidade de tratamentos mais complexos.

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Mais sobre a orientação de coito

Chega um momento em que o “relógio biológico” toca e a necessidade de gerar uma vida, desperta. Um momento mágico e de felicidade para o casal que sonha em construir uma família. No entanto, alguns destes apresentam dificuldade para ficarem “grávidos”.

 

A orientação de coito é um tratamento que pode ser indicado para casais que tenham as trompas e os espermatozoides sem alterações. O procedimento é, também, conhecido como coito programado.

 

De modo geral, o tratamento “prevê” qual é a melhor época do ciclo da mulher, ou seja, qual é o período exato em que as suas chances de engravidar serão maiores. Neste momento, o casal é recomendado a manter relações sexuais com maior frequência, de modo a aumentar ainda mais as chances de que a gravidez ocorra.

 

O tratamento se caracteriza como simples para a fertilidade. Possui baixa complexidade e é realizado com o auxílio da ultrassonografia pélvica. Consiste, basicamente, em uma indução da ovulação controlada por meio de ultrassonografias realizadas a cada dois ou três dias.

 

As ultrassonografias são iniciadas após o oitavo dia do ciclo considerando o primeiro dia aquele no qual a menstruação desceu. Elas acompanham o desenvolvimento dos folículos que ao alcançarem o tamanho perfeito (média 18 mm de diâmetro) indicam o melhor momento para a fecundação. Estes possuem em seu interior óvulos que só se “desprendem” durante a ovulação. Assim, o casal saberá o período correto em que devem manter as relações sexuais. E, dependendo de qual for o resultado da primeira ultrassonografia, o provável dia ou período da ovulação já pode ser estimado.

 

Dando continuidade ao tratamento, tanto o endométrio como os folículos devem crescer de forma coordenada, o que é verificado por meio do acompanhamento ultrassonográfico a cada 2 ou 3 dias. Quando eles estiverem com o tamanho mais adequado para a fecundação, um medicamento denominado  “HCG”  pode ser indicado. O objetivo deste medicamento é ajudar na eclosão do folículo, com a maturação final e liberação do óvulo.

 

Nesta etapa, o óvulo passa pelas tubas e, dentro delas, poderá ser fertilizado por espermatozoides normais, ou seja, originados na própria relação sexual entre o casal. Com o tratamento, as chances do casal engravidar aumentam muito.

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Adenomiose: o que é e como impacta na fertilidade

Você já ouviu falar de adenomiose? A doença é um subtipo da endometriose. Ela afeta 15% das mulheres e pode, também, causar problemas de infertilidade feminina. Para entender a adenomiose, é preciso saber como o útero é formado:

 

– Endométrio: tecido que reveste a cama interna do útero, e é formado por glândulas,

– Miométrio: camada intermediária, composta por músculos,

– Serosa: camada externa, que separa o útero de outros órgãos.

 

Algumas mulheres têm a camada interna do útero “mesclada” com a intermediária. Sendo assim, as células endometriais se misturam ao miométrio. Tal condição é chamada de adenomiose. Pode ser classificada como superficial, intermediária ou profunda, o que vai de acordo com as camadas de músculo que são afetadas.

 

A adenomiose pode ser ainda focal, quando localizada em uma determinada região do útero, ou difusa, quando se espalha por toda a parede uterina, deixando-a mais pesada e volumosa. São as alterações causadas na parede do útero que levam à inflamação local, piorando no período menstrual.

 

O diagnóstico é feito por ginecologista. Geralmente pela observação de sintomas como dor, sangramentos intensos, queixa de dificuldade para engravidar. São realizados ainda exames físicos, ressonância magnética e outros exames como: ultrassonografia transvaginal ou histerossonografia, que avaliam o espessamento do útero.

 

Mas qual a relação da doença com a infertilidade feminina? Tudo vai depender do estágio em que se encontra. A relação com a infertilidade está na dificuldade que o embrião encontra para se fixar na parede do útero. Podendo levar a abortos espontâneos ou falhas na implantação.

 

Mas as mulheres que possuem a adenomiose não precisam ficar preocupadas. Ter a doença não quer dizer, necessariamente, que será infértil.

Os tratamentos definidos por médicos, de acordo com a extensão da doença, auxiliam na tentativa de gerar vida. Entre eles: uso de remédios hormonais; uso de anti-inflamatórios, para o alívio da dor e inflamação; cirurgia para retirada do excesso de tecido endometrial (em caso de adenomiose focal); medicamentos que impedem o crescimento do tecido endometrial dentro do miométrio.

 

Para mulheres com adenomiose que desejam engravidar, a Fertilização in Vitro (FIV) pode ser uma boa opção. Aliada a outros tratamentos, a FIV, é a técnica de reprodução assistida mais recomendada. As chances de sucesso são maiores quando se tem um tratamento personalizado e de qualidade.

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Reações do bebê dentro do útero

“Uau! O bebê está soluçando dentro da barriga!” Se você já sentiu isso, com certeza se surpreendeu. Como uma vida tão pequenina, ainda dentro do útero, já pode ter crise de soluços?! É nesse momento que vêm as seguintes dúvidas: “Será que isso é normal? O bebê está bem? Será que ele engasgou? A gravidez está em risco?”. Calma! Está tudo muito bem, se forem apenas soluços. Confira agora algumas reações comuns dos fetos que você ainda não conhece:

 

SOLUÇO

O soluço fetal é um fenômeno normal e muito saudável, afinal, trata-se de uma espécie de “treinamento” que prepara o aparelho respiratório do bebê. Algumas gestantes sentem os soluços várias vezes ao dia. Outras podem nem perceber ou sentir como se fossem os movimentos convencionais. Fique tranquila, todas essas situações são perfeitamente normais.

 

SONHOS

Os bebês chegam a sonhar em 70% das 16 horas que passa dormindo dentro da barriga, diariamente. Os especialistas em fetos acreditam que os bebês rememoram o que aconteceu durante o tempo em que passaram acordados. Nos sonhos eles “revivem” os sons, movimentos e sensações. Fofo, né?

 

CHUTES

Os primeiros movimentos do bebê na barriga podem se confundir com as sensações do próprio corpo, como digestão e movimentação de gases. Mas, não fique ansiosa, porque entre o terceiro e o quarto mês, os “chutes” começam a ficar muito claros, e você vai amar sentir. E prepare-se! Alguns bebês mais agitados podem até te atrapalhar a dormir. Mas não é nada que você não vá se adaptar e amar. Caso queira saber mais sobre o assunto, leia a matéria “Os movimentos do bebê na gravidez”, na página do Portal Baby Center: http://bit.ly/1jiLMX0

 

VISÃO: o bebê não vê nada enquanto está no útero. Na verdade, já nascido e no primeiro mês de vida, o bebê só consegue ver o que está a cerca de 30 centímetros dele. Inclusive, recomenda-se que após o nascimento, ao quando segurar o neném, deixe ele bem pertinho de você para que veja o seu rosto. Para ler mais sobre o assunto e saber como estimular a visão do seu bebezinho, leia a matéria do portal Baby Center em: www.brasil.babycenter.com/l25011357/estimulando-a-visão-fotos

 

AUDIÇÃO

Desde o útero, os bebês são capazes de distinguir alguns sons, principalmente os mais familiares, como as vozes dos pais. A partir da 12ª semana de gestação, o sistema auditivo fetal já começa a funcionar. Os sons ainda não são captados com clareza, pois, além de a audição estar em estágio de desenvolvimento, ela concorre com os barulhos internos do organismo da mãe, como os do estômago e as batidas do coração. Ainda assim, é possível colocar músicas tranquilas e conversar com o bebê, para estimulá-lo. Converse dede já com seu filho, ele te ouve! E se quiser saber mais sobre o assunto, leia esta matéria no portal da Revista Crescer: http://glo.bo/1OuleRu

 

Informação bônus: você sabia que, além de relaxar a mamãe, a música enriquece o desenvolvimento físico, emocional e intelectual do bebê? Ela ajuda a diminuir o ritmo cardíaco do baby, deixando-o calminho, calminho. Além de ajudar a diminuir o estresse dos dois (mãe e filho) na hora do parto! Que tal utilizar a musicoterapia para estimular uma conexão mais profunda entre mãe e filho?

 

Para quem é marinheiro de primeira viagem e gosta de aprender bastante sobre os detalhes da gestação, separamos dois canais no YouTube para as mamães e papais que estão passando por esse momento novo, repleto de descobertas! Confira e inscreva-se nos canais abaixo, para receber algumas dicas importantes nesta fase tão especial da vida:

 

– Web Filhos

– Mãe de primeira viagem.

 

Para quem está grávida e quer acompanhar de pertinho cada semana da gestação, existem três aplicativos que permitem acompanhar a gravidez, oferecendo informações importantes sobre exames médicos necessários em cada fase da gestação. Além disso, esses apps ajudam a acompanhar o desenvolvimento do bebê e as mudanças no corpo da mulher, auxiliando no controle do peso e até mesmo calculando a data provável do parto. Confira abaixo:

 

– Mustela & Me

– Pregnancy+

– Minha Gravidez

 

Se tiver alguma dúvida sobre as reações do seu filho, não deixe de se consultar com o seu obstetra e fique tranquila. Curta cada movimento do bebê e prepare-se para dar à luz ao maior amor da sua vida em breve!

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É possível ter filhos após laqueadura ou vasectomia?

Não é incomum que pessoas que já realizaram esterilização reprodutiva (vasectomia e laqueadura) mudem de ideia e resolvam ter filhos de novo. Os motivos incluem situações como a mudança de parceiros, melhora da condição financeira e transformação de pensamento, entre muitas outras razões.

 

De acordo com matéria intitulada “Cresce procura para reverter esterilização”, da folha de São Paulo (assinada por Cláudia Collucci), “não há uma pesquisa que indique a taxa de arrependimento entre homens que fizeram vasectomia e mulheres que se submeteram à laqueadura, mas estudos de serviços públicos mostram que o percentual é de cerca de 30%.”

Apesar de ser possível reverter a vasectomia e a laqueadura de trompas, o processo não é garantido. Afinal, foram feitos para oferecer caráter definitivo. Em muitos casos, a reprodução assistida será a solução. Mas antes de esclarecermos como é possível ter filhos mesmo após a laqueadura ou vasectomia, vamos entender o que de fato os métodos de esterilização são:

 

Laqueadura

Processo cirúrgico feminino para inibição gravidez. Oferece mais de 99% de efetividade e é considerado como um método permanente. Consiste na ligação definitiva das trompas de falópio, que são o caminho por onde o óvulo é liberado pelo útero. Por esse mesmo duto, os espermatozoides nadariam para encontrar o óvulo, gerando, então, a fecundação. Quando as trompas são bloqueadas (após a “ligadura”), as “portas se fecham” para que o “esperma” não chegue ao gameta feminino. Em alguns casos, em vez de se realizar a esterilização com o corte cirúrgico, os tubos são “amarrados”. A laqueadura é um dos tipos mais efetivos de controle de natalidade.

 

Vasectomia

Procedimento cirúrgico masculino de esterilização para quem não deseja ser pai. O efeito pretendido é que seja permanente e a eficácia é superior a 99%. O tramite cirúrgico envolve a retirada um fragmento de cada um dos dois canais que levam os espermatozoides dos testículos ao pênis. O procedimento impede a circulação dos espermatozoides, assim eles não são conduzidos para os canais que desembocam na uretra. Em poucos meses, o sêmen não conterá gametas masculinos, impossibilitando uma gravidez.

 

Como visto nas explicações acima, tanto a laqueadura como a vasectomia são realizadas com o intuito de serem definitivas. Ou seja, só devem ser realizadas por aqueles que têm certeza de não querem filhos na posteridade. Contudo, a vida é sempre uma surpresa. Por vezes, depara-se com anseios e necessidades diferentes daquelas que eram nutridas antes. Sendo assim, pode-se tentar a reversão dessas cirurgias de esterilização.

 

Nos primeiros dez anos da esterilização, as chances de reversão feminina com a recanalização das trompas são de 50%. As chances da reversão masculina com a restauração das vias seminais são, em média, de 30%. Quanto maior o tempo entre a cirurgia contraceptiva e a reversão, as chances de uma gravidez espontânea diminuem. Se a esterilização for realizada com sucesso, ainda assim a probabilidade de gravidez natural pode ser pequena, a depender de vários fatores como a idade da mulher, as condições das trompas e a qualidade dos espermatozoides do marido.

 

Apesar da possibilidade de desfazer a vasectomia e a laqueadura, a reprodução assistida, por meio da fertilização in vitro (FIV), é a melhor opção para quem deseja ter filhos, em vez de tentar a reversão e correr o risco de não dar certo – tendo o investimento de tempo, dinheiro e psicológico em vão. Mas, para essa tomada de decisão, é fundamental que o paciente ou casal tenha a orientação de um especialista em reprodução humana.

 

FIV

A fertilização in vitro (conhecida como FIV) induz a liberação de um número maior de óvulos da mulher, que é estimulada com doses de hormônio. Em seguida, os óvulos são retirados, através do procedimento de coleta ovular guiada por ultrassonografia em um bloco cirúrgico. Em laboratório, eles são unidos aos gametas masculinos. A formação de embriões ocorre fora do corpo. Posteriormente eles são transferidos para a cavidade uterina, onde deverão se implantar na parede do útero para dar sequência à gravidez. Seu médico pode orientar sobre qual é o procedimento mais adequado para o seu caso. Entenda todas as etapas para saber como funciona:

 

1 – ESTIMULAÇÃO DO OVÁRIO: a futura mamãe prepara o organismo para ovular com o auxílio de alguns medicamentos.

 

2 – RETIRADA DE ÓVULOS: os óvulos são retirados do organismo feminino por uma aspiração transvaginal, guiada por ultrassonografia.

 

3 – INSEMINAÇÃO: os óvulos extraídos passam por uma triagem. Os mais saudáveis são selecionados para receberem os espermatozoides, que também passam por uma avaliação. Os melhores gametas, masculinos e femininos, são unidos, em incubadora.

 

4 – CULTURA DOS EMBRIÕES: dentro de um ou dois dias, a verificação microscópica é feita, para consultar se houve multiplicação celular, proporcionada por penetração de algum espermatozoide em óvulo.

 

5 – REIMPLANTAÇÃO DO ÓVULO FECUNDADO: após cerca de três dias, o embrião é transferido ao útero, com a ajuda de um cateter fino. A partir desse momento é necessário aguardar, para ver se o embrião se implantará com sucesso na parede uterina, para dar sequência à gestação.

 

Para saber mais sobre o tratamento e as possibilidades, consulte um médico especializado em reprodução humana.

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Dicas para reduzir cansaço e enjoo durante a gravidez

Durante a gestação, a mulher sofre muito com as ações dos hormônios e com as modificações do organismo, para gerar o bebê. Essas alterações significativas proporcionam aquele cansaço agudo que só as grávidas sabem realmente como é. Como se aliviar? Siga estas dicas:
-> SEMPRE QUE POSSÍVEL, TIRE UM COCHILO: dormir por 30 minutos, mais ou menos, pode repor as energias e deixar o dia mais leve. Pausas breves, de olhos fechados, também ajudam a relaxar. E, à noite, durma no mínimo por 8 horas.
-> CONTE COM AS ALMOFADAS: em determinado momento da gestação, achar uma boa posição, seja para se sentar ou deitar, pode ser complicado. Utilize almofadas e travesseiros para melhorar seu conforto. Apoie a barriga e as costas. Evite deitar de bruços, mesmo com poucos meses de gravidez.
-> FAÇA ATIVIDADES FÍSICAS MODERADAS: exercícios leves como caminhada, hidroginástica e alongamento ajudam a melhorar o condicionamento respiratório, reduzindo a sensação de exaustão. Além disso, auxilia no controle de peso e libera endorfina (que melhora o bem estar). Mas, lembre-se: antes de seguir essas e outras dicas, converse com seu obstetra sobre o que é indicado para você.

 

A dança, além de ser uma atividade divertida e encantadora, mexe bastante com todo o corpo. Ela pode ser uma ótima opção para as grávidas que precisam manter o peso equilibrado, mas que não têm muita paciência para esportes. Além disso, a dança ajuda a amenizar o inchaço nas pernas, a diminuir a ansiedade, a controlar a pressão arterial e a melhorar a autoestima da mulher. A dança de salão, por ter passos mais tranquilos e lentos, é a mais indicada para as gestantes.
A hidroginástica também é uma ótima opção de atividade para as gestantes! Confira abaixo os principais benefícios:
-> Alivia o peso extra da gestação;
-> Ajuda a amenizar as dores do parto;
-> Auxilia no controle da respiração;
-> Melhora a circulação sanguínea;
-> Reduz a necessidade de anestesia, durante o parto.

 

Na maioria das vezes a dor nas costas e o cansaço não são preocupantes, mas se você estiver custando a tolerar, não deixe de consultar o médico para descartar problemas mais graves. Essa incomodo, que pode ocorrer ora generalizada, ora no cóccix, ora na base das costas, acontece porque além do aumento de peso do útero, você está passando por mudanças hormonais e o seu corpo já começa a se preparar para o parto, ao final do ciclo da gravidez. Ligamentos, músculos, discos e articulações podem ficar sobrecarregados, por isso adote algumas estratégias para se aliviar:
-> BANHO MORNO DE IMERSÃO: sem exagerar na temperatura da água, submerja-se em uma banheira ou use uma bolsa de água quente nas costas. Evite temperaturas altas, para que não ocorra queda da pressão arterial.
-> CINTA DE SUSTENTAÇÃO: converse com o seu médico e peça a indicação de uma cinta específica para grávidas. Isso ajudará a distribuir o peso da barriga e aliviar os músculos do entorno.
-> MASSAGEM NA REGIÃO LOMBAR: o(a) parceiro(a) pode massagear levemente os músculos ao longo da coluna e da região lombar. Procurar o auxílio de um fisioterapeuta também é uma excelente opção.

Sobre o mal estar ligado ao enjoo, infelizmente não existe uma fórmula mágica que resolva o problema de todas as futuras mamães. Mas algumas dicas costumam ajudar. Confira e teste:

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-> Consuma alimentos frios. Quanto menos aquecidos, menos cheiro exalam.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Quando acordar, coma bolachas de água e sal ainda em repouso. Aguarde cerca de 30 minutos antes de se levantar.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Faça refeições frequentes e pequenas: estômago vazio piora náuseas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Evite alimentos muito condimentados, ácidos ou gordurosos: podem irritar o estômago.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Diminua a ingestão de líquidos durante as crises: a hidratação é importantíssima, mas em excesso piora enjoos. Quando melhorar, hidrate-se normalmente.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Cheire limão. O odor de um limão cortado pode ajudar a amenizar a náusea. ⠀⠀⠀⠀

-> Evite proximidade com cheiros fortes que causem aversão. Comidas e perfumes estão na lista. Identifique quais são e fique longe deles!

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Cuidado para não se estressar demais com as dores, enjoos e cansaço. Ao passar por situações enervantes, as mães produzem adrenalina. Isso bloqueia a oxitocina, um dos hormônios que influenciam na produção de leite. Portanto, siga as dicas e procure relaxar.
Não deixe de relatar tudo ao seu médico! As consultas de pré-natal são momentos valiosos para tirar um monte de dúvidas que sempre aparecem durante a gestação. No início, as consultas devem ser mensais; depois, a cada 15 dias; na reta final da gravidez, semanalmente. As necessidades diferenciadas de consultas serão definidas pelo ginecologista/obstetra. É importantíssimo fazer todo o acompanhamento e compartilhar todas as suas dificuldades. Feliz gravidez!