Todos os artigos de Deysi

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A inseminação intrauterina pode ser repetida?

A inseminação intrauterina, também chamada de inseminação artificial é a colocação do sêmen, dentro do útero por meio de um cateter flexível. Com esta técnica, os espermatozoides, ao invés de serem depositados na vagina como ocorre durante uma relação sexual, são depositados internamente no útero. Sendo assim, a distância a ser percorrida pelo espermatozoide até o óvulo será menor e, consequentemente, maior a chance de gravidez.

Como no coito programado, os ovários devem ser estimulados por hormônios com o intuito de se ter um maior número de óvulos. O crescimento é monitorado por ultrassons repetidos até estarem no tamanho adequado. Neste momento, a ovulação também é desencadeada por uso de medicamentos e daí é marcada a inseminação.

A Inseminação Artificial é um procedimento simples. É indolor, sendo realizada sem anestesia e não dura mais que minutos. No dia do procedimento, o parceiro colhe o sêmen, que então é processado em laboratório retirando impurezas e selecionando os melhores espermatozoides. Com a mulher em posição ginecológica, o sêmen é colocado dentro do útero, perto dos orifícios internos das trompas, através de um cateter delicado que transpassa a vagina e o canal cervical.

Após a inseminação, a mulher deverá ficar em repouso no consultório por alguns minutos. Após esse período, poderá voltar às suas atividades cotidianas. A taxa média de sucesso é cerca de 15 a 20% por tentativa. Já as taxas mais altas ocorrem quando existe um número maior de óvulos, de 2 a 3.

Outro fator é a avaliação do esperma. Amostras dos sêmens com melhor qualidade, maior concentração e maior mobilidade têm grande chance de resultados positivos. Além disso, a idade também pode colaborar, ou seja, quanto menor a idade da paciente, mais chance de sucesso. A repetição de duas a três tentativas pode aumentar a chance de sucesso para 40 a 45%.

Em média não se incentiva a realização de mais de quatro ciclos de inseminação artificial. Após esse número, as chances de sucesso geralmente não aumentam. E, quando isso ocorre, os médicos vão dar outras opções de tratamento para se ter êxito de gerar a vida.

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O que é prolactina e como afeta a fertilidade?

Na caminhada para gerar a vida, vários exames são realizados. Dentre eles, os exames hormonais são de suma importância para ajudar a detectar a causa da infertilidade. No caso da infertilidade feminina, um dos hormônios a ser analisado é a prolactina.

A prolactina é um hormônio importante para a fertilidade, pois ele é responsável pela produção do leite materno através das glândulas mamárias e, além disso, contribui para o equilíbrio do sistema reprodutivo. No entanto, quando existem taxas elevadas de prolactina, ou seja, hiperprolactinemia, esse hormônio pode dificultar a gravidez.

A hiperprolactemia é capaz de alterar a fertilidade através de um desequilíbrio neuroendocrinológico que pode gerar anovulação (ausência de ovulação) e em graus mais elevados até mesmo amenorreia (ausência de menstruação). Entre 9-17% das mulheres com infertilidade sofrem de hiperprolactinemia.

Apesar de pouco conhecidos, os distúrbios da prolactina são mais comuns do que pensamos. Sendo assim, pelo desequilíbrio hormonal afetar todo o sistema reprodutor da paciente, ele acaba provocando distúrbios menstruais e dificuldade da ovulação espontânea, diminuindo as chances de gravidez ou causando infertilidade.

Para identificar o desequilíbrio, a mulher deve se atentar aos sintomas e repassá-los ao seu médico ginecologista. Entre os principais estão:

– Ausência de menstruação (amenorreia) e a produção do leite fora do período de lactação (galactorreia).

– Aumento de acne.

– Pele oleosa e aumento de pelos.

– Anovulação crônica que pode simular Síndrome de Ovários Policísticos (SOP).

O exame comumente realizado para identificar os níveis de prolactina são os de análise de sangue. Os valores normais podem variar entre os laboratórios e apenas seu médico poderá avaliar o resultado. E, antes do tratamento, o especialista vai descartar a possibilidade de a hiperprolactinemia ser causada pelo uso de algum medicamento, o hipotireoidismo, o histórico de insuficiência renal e hepática, além da presença de prolactinoma.

O tratamento  utilizado no desequilíbrio da prolactina é o uso de medicamentos que ajudam a retomar o equilíbrio do hormônio. Após o restabelecimento dos níveis normais da prolactina, a fertilidade natural do casal pode ser restaurada e a gravidez ocorrer de forma espontânea. A disfunção hormonal causada pela hiperprolactinemia pode ser solucionada de forma relativamente simples, sem a necessidade de tratamentos mais complexos.

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Mais sobre a orientação de coito

Chega um momento em que o “relógio biológico” toca e a necessidade de gerar uma vida, desperta. Um momento mágico e de felicidade para o casal que sonha em construir uma família. No entanto, alguns destes apresentam dificuldade para ficarem “grávidos”.

 

A orientação de coito é um tratamento que pode ser indicado para casais que tenham as trompas e os espermatozoides sem alterações. O procedimento é, também, conhecido como coito programado.

 

De modo geral, o tratamento “prevê” qual é a melhor época do ciclo da mulher, ou seja, qual é o período exato em que as suas chances de engravidar serão maiores. Neste momento, o casal é recomendado a manter relações sexuais com maior frequência, de modo a aumentar ainda mais as chances de que a gravidez ocorra.

 

O tratamento se caracteriza como simples para a fertilidade. Possui baixa complexidade e é realizado com o auxílio da ultrassonografia pélvica. Consiste, basicamente, em uma indução da ovulação controlada por meio de ultrassonografias realizadas a cada dois ou três dias.

 

As ultrassonografias são iniciadas após o oitavo dia do ciclo considerando o primeiro dia aquele no qual a menstruação desceu. Elas acompanham o desenvolvimento dos folículos que ao alcançarem o tamanho perfeito (média 18 mm de diâmetro) indicam o melhor momento para a fecundação. Estes possuem em seu interior óvulos que só se “desprendem” durante a ovulação. Assim, o casal saberá o período correto em que devem manter as relações sexuais. E, dependendo de qual for o resultado da primeira ultrassonografia, o provável dia ou período da ovulação já pode ser estimado.

 

Dando continuidade ao tratamento, tanto o endométrio como os folículos devem crescer de forma coordenada, o que é verificado por meio do acompanhamento ultrassonográfico a cada 2 ou 3 dias. Quando eles estiverem com o tamanho mais adequado para a fecundação, um medicamento denominado  “HCG”  pode ser indicado. O objetivo deste medicamento é ajudar na eclosão do folículo, com a maturação final e liberação do óvulo.

 

Nesta etapa, o óvulo passa pelas tubas e, dentro delas, poderá ser fertilizado por espermatozoides normais, ou seja, originados na própria relação sexual entre o casal. Com o tratamento, as chances do casal engravidar aumentam muito.

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Adenomiose: o que é e como impacta na fertilidade

Você já ouviu falar de adenomiose? A doença é um subtipo da endometriose. Ela afeta 15% das mulheres e pode, também, causar problemas de infertilidade feminina. Para entender a adenomiose, é preciso saber como o útero é formado:

 

– Endométrio: tecido que reveste a cama interna do útero, e é formado por glândulas,

– Miométrio: camada intermediária, composta por músculos,

– Serosa: camada externa, que separa o útero de outros órgãos.

 

Algumas mulheres têm a camada interna do útero “mesclada” com a intermediária. Sendo assim, as células endometriais se misturam ao miométrio. Tal condição é chamada de adenomiose. Pode ser classificada como superficial, intermediária ou profunda, o que vai de acordo com as camadas de músculo que são afetadas.

 

A adenomiose pode ser ainda focal, quando localizada em uma determinada região do útero, ou difusa, quando se espalha por toda a parede uterina, deixando-a mais pesada e volumosa. São as alterações causadas na parede do útero que levam à inflamação local, piorando no período menstrual.

 

O diagnóstico é feito por ginecologista. Geralmente pela observação de sintomas como dor, sangramentos intensos, queixa de dificuldade para engravidar. São realizados ainda exames físicos, ressonância magnética e outros exames como: ultrassonografia transvaginal ou histerossonografia, que avaliam o espessamento do útero.

 

Mas qual a relação da doença com a infertilidade feminina? Tudo vai depender do estágio em que se encontra. A relação com a infertilidade está na dificuldade que o embrião encontra para se fixar na parede do útero. Podendo levar a abortos espontâneos ou falhas na implantação.

 

Mas as mulheres que possuem a adenomiose não precisam ficar preocupadas. Ter a doença não quer dizer, necessariamente, que será infértil.

Os tratamentos definidos por médicos, de acordo com a extensão da doença, auxiliam na tentativa de gerar vida. Entre eles: uso de remédios hormonais; uso de anti-inflamatórios, para o alívio da dor e inflamação; cirurgia para retirada do excesso de tecido endometrial (em caso de adenomiose focal); medicamentos que impedem o crescimento do tecido endometrial dentro do miométrio.

 

Para mulheres com adenomiose que desejam engravidar, a Fertilização in Vitro (FIV) pode ser uma boa opção. Aliada a outros tratamentos, a FIV, é a técnica de reprodução assistida mais recomendada. As chances de sucesso são maiores quando se tem um tratamento personalizado e de qualidade.

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Reações do bebê dentro do útero

“Uau! O bebê está soluçando dentro da barriga!” Se você já sentiu isso, com certeza se surpreendeu. Como uma vida tão pequenina, ainda dentro do útero, já pode ter crise de soluços?! É nesse momento que vêm as seguintes dúvidas: “Será que isso é normal? O bebê está bem? Será que ele engasgou? A gravidez está em risco?”. Calma! Está tudo muito bem, se forem apenas soluços. Confira agora algumas reações comuns dos fetos que você ainda não conhece:

 

SOLUÇO

O soluço fetal é um fenômeno normal e muito saudável, afinal, trata-se de uma espécie de “treinamento” que prepara o aparelho respiratório do bebê. Algumas gestantes sentem os soluços várias vezes ao dia. Outras podem nem perceber ou sentir como se fossem os movimentos convencionais. Fique tranquila, todas essas situações são perfeitamente normais.

 

SONHOS

Os bebês chegam a sonhar em 70% das 16 horas que passa dormindo dentro da barriga, diariamente. Os especialistas em fetos acreditam que os bebês rememoram o que aconteceu durante o tempo em que passaram acordados. Nos sonhos eles “revivem” os sons, movimentos e sensações. Fofo, né?

 

CHUTES

Os primeiros movimentos do bebê na barriga podem se confundir com as sensações do próprio corpo, como digestão e movimentação de gases. Mas, não fique ansiosa, porque entre o terceiro e o quarto mês, os “chutes” começam a ficar muito claros, e você vai amar sentir. E prepare-se! Alguns bebês mais agitados podem até te atrapalhar a dormir. Mas não é nada que você não vá se adaptar e amar. Caso queira saber mais sobre o assunto, leia a matéria “Os movimentos do bebê na gravidez”, na página do Portal Baby Center: http://bit.ly/1jiLMX0

 

VISÃO: o bebê não vê nada enquanto está no útero. Na verdade, já nascido e no primeiro mês de vida, o bebê só consegue ver o que está a cerca de 30 centímetros dele. Inclusive, recomenda-se que após o nascimento, ao quando segurar o neném, deixe ele bem pertinho de você para que veja o seu rosto. Para ler mais sobre o assunto e saber como estimular a visão do seu bebezinho, leia a matéria do portal Baby Center em: www.brasil.babycenter.com/l25011357/estimulando-a-visão-fotos

 

AUDIÇÃO

Desde o útero, os bebês são capazes de distinguir alguns sons, principalmente os mais familiares, como as vozes dos pais. A partir da 12ª semana de gestação, o sistema auditivo fetal já começa a funcionar. Os sons ainda não são captados com clareza, pois, além de a audição estar em estágio de desenvolvimento, ela concorre com os barulhos internos do organismo da mãe, como os do estômago e as batidas do coração. Ainda assim, é possível colocar músicas tranquilas e conversar com o bebê, para estimulá-lo. Converse dede já com seu filho, ele te ouve! E se quiser saber mais sobre o assunto, leia esta matéria no portal da Revista Crescer: http://glo.bo/1OuleRu

 

Informação bônus: você sabia que, além de relaxar a mamãe, a música enriquece o desenvolvimento físico, emocional e intelectual do bebê? Ela ajuda a diminuir o ritmo cardíaco do baby, deixando-o calminho, calminho. Além de ajudar a diminuir o estresse dos dois (mãe e filho) na hora do parto! Que tal utilizar a musicoterapia para estimular uma conexão mais profunda entre mãe e filho?

 

Para quem é marinheiro de primeira viagem e gosta de aprender bastante sobre os detalhes da gestação, separamos dois canais no YouTube para as mamães e papais que estão passando por esse momento novo, repleto de descobertas! Confira e inscreva-se nos canais abaixo, para receber algumas dicas importantes nesta fase tão especial da vida:

 

– Web Filhos

– Mãe de primeira viagem.

 

Para quem está grávida e quer acompanhar de pertinho cada semana da gestação, existem três aplicativos que permitem acompanhar a gravidez, oferecendo informações importantes sobre exames médicos necessários em cada fase da gestação. Além disso, esses apps ajudam a acompanhar o desenvolvimento do bebê e as mudanças no corpo da mulher, auxiliando no controle do peso e até mesmo calculando a data provável do parto. Confira abaixo:

 

– Mustela & Me

– Pregnancy+

– Minha Gravidez

 

Se tiver alguma dúvida sobre as reações do seu filho, não deixe de se consultar com o seu obstetra e fique tranquila. Curta cada movimento do bebê e prepare-se para dar à luz ao maior amor da sua vida em breve!

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É possível ter filhos após laqueadura ou vasectomia?

Não é incomum que pessoas que já realizaram esterilização reprodutiva (vasectomia e laqueadura) mudem de ideia e resolvam ter filhos de novo. Os motivos incluem situações como a mudança de parceiros, melhora da condição financeira e transformação de pensamento, entre muitas outras razões.

 

De acordo com matéria intitulada “Cresce procura para reverter esterilização”, da folha de São Paulo (assinada por Cláudia Collucci), “não há uma pesquisa que indique a taxa de arrependimento entre homens que fizeram vasectomia e mulheres que se submeteram à laqueadura, mas estudos de serviços públicos mostram que o percentual é de cerca de 30%.”

Apesar de ser possível reverter a vasectomia e a laqueadura de trompas, o processo não é garantido. Afinal, foram feitos para oferecer caráter definitivo. Em muitos casos, a reprodução assistida será a solução. Mas antes de esclarecermos como é possível ter filhos mesmo após a laqueadura ou vasectomia, vamos entender o que de fato os métodos de esterilização são:

 

Laqueadura

Processo cirúrgico feminino para inibição gravidez. Oferece mais de 99% de efetividade e é considerado como um método permanente. Consiste na ligação definitiva das trompas de falópio, que são o caminho por onde o óvulo é liberado pelo útero. Por esse mesmo duto, os espermatozoides nadariam para encontrar o óvulo, gerando, então, a fecundação. Quando as trompas são bloqueadas (após a “ligadura”), as “portas se fecham” para que o “esperma” não chegue ao gameta feminino. Em alguns casos, em vez de se realizar a esterilização com o corte cirúrgico, os tubos são “amarrados”. A laqueadura é um dos tipos mais efetivos de controle de natalidade.

 

Vasectomia

Procedimento cirúrgico masculino de esterilização para quem não deseja ser pai. O efeito pretendido é que seja permanente e a eficácia é superior a 99%. O tramite cirúrgico envolve a retirada um fragmento de cada um dos dois canais que levam os espermatozoides dos testículos ao pênis. O procedimento impede a circulação dos espermatozoides, assim eles não são conduzidos para os canais que desembocam na uretra. Em poucos meses, o sêmen não conterá gametas masculinos, impossibilitando uma gravidez.

 

Como visto nas explicações acima, tanto a laqueadura como a vasectomia são realizadas com o intuito de serem definitivas. Ou seja, só devem ser realizadas por aqueles que têm certeza de não querem filhos na posteridade. Contudo, a vida é sempre uma surpresa. Por vezes, depara-se com anseios e necessidades diferentes daquelas que eram nutridas antes. Sendo assim, pode-se tentar a reversão dessas cirurgias de esterilização.

 

Nos primeiros dez anos da esterilização, as chances de reversão feminina com a recanalização das trompas são de 50%. As chances da reversão masculina com a restauração das vias seminais são, em média, de 30%. Quanto maior o tempo entre a cirurgia contraceptiva e a reversão, as chances de uma gravidez espontânea diminuem. Se a esterilização for realizada com sucesso, ainda assim a probabilidade de gravidez natural pode ser pequena, a depender de vários fatores como a idade da mulher, as condições das trompas e a qualidade dos espermatozoides do marido.

 

Apesar da possibilidade de desfazer a vasectomia e a laqueadura, a reprodução assistida, por meio da fertilização in vitro (FIV), é a melhor opção para quem deseja ter filhos, em vez de tentar a reversão e correr o risco de não dar certo – tendo o investimento de tempo, dinheiro e psicológico em vão. Mas, para essa tomada de decisão, é fundamental que o paciente ou casal tenha a orientação de um especialista em reprodução humana.

 

FIV

A fertilização in vitro (conhecida como FIV) induz a liberação de um número maior de óvulos da mulher, que é estimulada com doses de hormônio. Em seguida, os óvulos são retirados, através do procedimento de coleta ovular guiada por ultrassonografia em um bloco cirúrgico. Em laboratório, eles são unidos aos gametas masculinos. A formação de embriões ocorre fora do corpo. Posteriormente eles são transferidos para a cavidade uterina, onde deverão se implantar na parede do útero para dar sequência à gravidez. Seu médico pode orientar sobre qual é o procedimento mais adequado para o seu caso. Entenda todas as etapas para saber como funciona:

 

1 – ESTIMULAÇÃO DO OVÁRIO: a futura mamãe prepara o organismo para ovular com o auxílio de alguns medicamentos.

 

2 – RETIRADA DE ÓVULOS: os óvulos são retirados do organismo feminino por uma aspiração transvaginal, guiada por ultrassonografia.

 

3 – INSEMINAÇÃO: os óvulos extraídos passam por uma triagem. Os mais saudáveis são selecionados para receberem os espermatozoides, que também passam por uma avaliação. Os melhores gametas, masculinos e femininos, são unidos, em incubadora.

 

4 – CULTURA DOS EMBRIÕES: dentro de um ou dois dias, a verificação microscópica é feita, para consultar se houve multiplicação celular, proporcionada por penetração de algum espermatozoide em óvulo.

 

5 – REIMPLANTAÇÃO DO ÓVULO FECUNDADO: após cerca de três dias, o embrião é transferido ao útero, com a ajuda de um cateter fino. A partir desse momento é necessário aguardar, para ver se o embrião se implantará com sucesso na parede uterina, para dar sequência à gestação.

 

Para saber mais sobre o tratamento e as possibilidades, consulte um médico especializado em reprodução humana.

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Dicas para reduzir cansaço e enjoo durante a gravidez

Durante a gestação, a mulher sofre muito com as ações dos hormônios e com as modificações do organismo, para gerar o bebê. Essas alterações significativas proporcionam aquele cansaço agudo que só as grávidas sabem realmente como é. Como se aliviar? Siga estas dicas:
-> SEMPRE QUE POSSÍVEL, TIRE UM COCHILO: dormir por 30 minutos, mais ou menos, pode repor as energias e deixar o dia mais leve. Pausas breves, de olhos fechados, também ajudam a relaxar. E, à noite, durma no mínimo por 8 horas.
-> CONTE COM AS ALMOFADAS: em determinado momento da gestação, achar uma boa posição, seja para se sentar ou deitar, pode ser complicado. Utilize almofadas e travesseiros para melhorar seu conforto. Apoie a barriga e as costas. Evite deitar de bruços, mesmo com poucos meses de gravidez.
-> FAÇA ATIVIDADES FÍSICAS MODERADAS: exercícios leves como caminhada, hidroginástica e alongamento ajudam a melhorar o condicionamento respiratório, reduzindo a sensação de exaustão. Além disso, auxilia no controle de peso e libera endorfina (que melhora o bem estar). Mas, lembre-se: antes de seguir essas e outras dicas, converse com seu obstetra sobre o que é indicado para você.

 

A dança, além de ser uma atividade divertida e encantadora, mexe bastante com todo o corpo. Ela pode ser uma ótima opção para as grávidas que precisam manter o peso equilibrado, mas que não têm muita paciência para esportes. Além disso, a dança ajuda a amenizar o inchaço nas pernas, a diminuir a ansiedade, a controlar a pressão arterial e a melhorar a autoestima da mulher. A dança de salão, por ter passos mais tranquilos e lentos, é a mais indicada para as gestantes.
A hidroginástica também é uma ótima opção de atividade para as gestantes! Confira abaixo os principais benefícios:
-> Alivia o peso extra da gestação;
-> Ajuda a amenizar as dores do parto;
-> Auxilia no controle da respiração;
-> Melhora a circulação sanguínea;
-> Reduz a necessidade de anestesia, durante o parto.

 

Na maioria das vezes a dor nas costas e o cansaço não são preocupantes, mas se você estiver custando a tolerar, não deixe de consultar o médico para descartar problemas mais graves. Essa incomodo, que pode ocorrer ora generalizada, ora no cóccix, ora na base das costas, acontece porque além do aumento de peso do útero, você está passando por mudanças hormonais e o seu corpo já começa a se preparar para o parto, ao final do ciclo da gravidez. Ligamentos, músculos, discos e articulações podem ficar sobrecarregados, por isso adote algumas estratégias para se aliviar:
-> BANHO MORNO DE IMERSÃO: sem exagerar na temperatura da água, submerja-se em uma banheira ou use uma bolsa de água quente nas costas. Evite temperaturas altas, para que não ocorra queda da pressão arterial.
-> CINTA DE SUSTENTAÇÃO: converse com o seu médico e peça a indicação de uma cinta específica para grávidas. Isso ajudará a distribuir o peso da barriga e aliviar os músculos do entorno.
-> MASSAGEM NA REGIÃO LOMBAR: o(a) parceiro(a) pode massagear levemente os músculos ao longo da coluna e da região lombar. Procurar o auxílio de um fisioterapeuta também é uma excelente opção.

Sobre o mal estar ligado ao enjoo, infelizmente não existe uma fórmula mágica que resolva o problema de todas as futuras mamães. Mas algumas dicas costumam ajudar. Confira e teste:

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-> Consuma alimentos frios. Quanto menos aquecidos, menos cheiro exalam.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Quando acordar, coma bolachas de água e sal ainda em repouso. Aguarde cerca de 30 minutos antes de se levantar.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Faça refeições frequentes e pequenas: estômago vazio piora náuseas. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Evite alimentos muito condimentados, ácidos ou gordurosos: podem irritar o estômago.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Diminua a ingestão de líquidos durante as crises: a hidratação é importantíssima, mas em excesso piora enjoos. Quando melhorar, hidrate-se normalmente.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
-> Cheire limão. O odor de um limão cortado pode ajudar a amenizar a náusea. ⠀⠀⠀⠀

-> Evite proximidade com cheiros fortes que causem aversão. Comidas e perfumes estão na lista. Identifique quais são e fique longe deles!

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Cuidado para não se estressar demais com as dores, enjoos e cansaço. Ao passar por situações enervantes, as mães produzem adrenalina. Isso bloqueia a oxitocina, um dos hormônios que influenciam na produção de leite. Portanto, siga as dicas e procure relaxar.
Não deixe de relatar tudo ao seu médico! As consultas de pré-natal são momentos valiosos para tirar um monte de dúvidas que sempre aparecem durante a gestação. No início, as consultas devem ser mensais; depois, a cada 15 dias; na reta final da gravidez, semanalmente. As necessidades diferenciadas de consultas serão definidas pelo ginecologista/obstetra. É importantíssimo fazer todo o acompanhamento e compartilhar todas as suas dificuldades. Feliz gravidez!

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Como sentir se a ovulação está ocorrendo?

Se você está sonhando em ser mãe, deve estar ansiosa pelo momento da ovulação. Afinal, essa é a etapa propícia para engravidar. Antes de saber sobre os sintomas da ovulação, vamos entender sobre o que ocorre dentro da mulher nesse período.

 

A ovulação, que ocorre entre 12 a 16 dias antes menstruação, é a nomenclatura do momento ápice do ciclo fértil. Nessa janela de tempo, o organismo gera alterações hormonais significativas para que o ovário libere um gameta feminino (óvulo) para possível fecundação – que só ocorrerá se houver o encontro do gameta masculino (espermatozoide) com o óvulo.

 

Como a mulher só ovula uma vez a cada ciclo, esse momento é muito importante para os candidatos a mamães e papais. Durante essa ocasião, a mulher tem mais de 10 a 25% de chance de engravidar, caso não tenha nenhum problema de fertilidade, assim como o seu parceiro. Sabendo disso, os casais devem estar atentos ao calendário e aos sintomas femininos, para que pratiquem sexo no período em que o óvulo está disponível. O tratamento “coito programado” é um tratamento médico que auxilia os futuros pais a encontrarem o melhor momento para as tentativas.

 

Para começar a se monitorar, sempre considere o dia inicial de menstruação como o 1º dia do ciclo fértil. Essa referência ajudará a determinar os outros momentos. Comumente, a mulher tem um ciclo completo em 28 dias, e a ovulação ocorre na metade, portanto no 14º dia (pico), sendo “mais fértil” nos dias próximos a essa data. Isso é apenas um norte, pois há mulheres com ciclos bastantes irregulares ou com durações diferentes. Uma mulher com ciclo de 35 dias, terá, por exemplo, o pico de fertilidade (ovulação) no 21º dia, aproximadamente. Tenha em mente que para esses cálculos, deve-se levar em conta uma margem de erro de 2 a 3 dias.

 

Agora que você já consegue ter uma noção sobre quando estará fértil, ainda que aproximadamente, fique atenta aos sintomas que o corpo dá. Observe-se. Toque-se. Assim, conseguirá notar se o muco cervical (localizado no interior da vagina) ficará denso e elástico, semelhante à clara de ovo. Se sim, é sinal que você está no período ovulatório. Normalmente, a secreção vaginal é bem menos densa.

 

Além do muco, os seios e a sensibilidade no abdome também te ajudarão a fica atenta. Durante a liberação do óvulo pode-se sentir uma leve dor semelhante à cólica em um dos lados da região inferior do abdome (essa intensidade é variável de mulher para mulher. Se for muito forte, o médico deverá ser consultado). As mamas ficam doloridas durante a ovulação, efeito dos hormônios que liberam o óvulo. Com a ajuda de um termômetro, você também poderá notar que a sua temperatura ficará de 0,5 a 1ºC acima do normal a partir da ovulação.

 

Se você ainda tiver dúvidas sobre estar ou não no período de ovulação, tem mais um detalhe que pode levar em conta: a libido. Há um aumento significativo de desejo sexual, em grande parte dos casos, devido ao pico do hormônio LH e um leve aumento na produção de testosterona. Essa reação é um estímulo que o próprio organismo proporciona para que haja a reprodução. Legal, não é mesmo?

 

Esteja alerta aos sinais de ovulação e aproveite a chance de gerar o seu bebê. Caso precise de apoio médico, conte com os especialistas em reprodução humana da Life Search.

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FIV previne doenças hereditárias com PGT

Muito se fala sobre a fertilização in vitro (FIV) atuar na prevenção de doenças hereditárias. Mas, você sabe porque e como isso ocorre? Descubra agora! A FIV, de fato, previne que o(s) futuro(s) bebê(s) seja(m) portador(es) de males genéticos, como anemia falciforme, fibrose cística, cardiopatias e síndrome de down, por exemplo. Para que isso ocorra, é necessário que sejam realizados os testes de avaliações pré-implantacionais (PGT-A e PGT-M, diagnóstico e screening) durante os protocolos de FIV. Trata-se de um procedimento avançado que complementa o tratamento, caso os pacientes queiram.

 

ENTENDA MAIS SOBRE O EXAME E SUA IMPORTÂNCIA: antes chamado de diagnóstico genético pré-implantacional (PGD), agora o método foi renomeado para teste genético pré-implantacional (PGT). Essa alteração serviu para padronizar a nomenclatura em todo o mundo, facilitando as trocas de conhecimentos médicos.

 

Antes de selecionar os embriões para a tentativa de gestação, o PGT avalia se eles possuem alguma doença genética ou tendência ao desenvolvimento. Os que não possuem genes potencialmente responsáveis por doenças são transferidos para o útero da futura mãe, na esperança de que a gestação seja um sucesso.

 

O teste PGT abrange as seguintes avaliações:

 

– PGT-M: o “M” é de monogênica. Esse teste é indicado quando se sabe qual a doença genética que pode afetar o embrião. É utilizada uma “sonda” específica para a pesquisa da doença.

 

– PGT-A: o “A” é de aneuploidia. Esse teste é indicado para avaliar alterações cromossômicas de maneira mais generalizada.

 

Portanto, o PGT-M é mais que um teste, mas um estudo indicado principalmente aos pacientes que têm casos de doenças monogênicas hereditárias na família, enquanto o PGT-A pode ser indicado para qualquer casal, independente de história familiar de alterações genéticas ou cromossômicas. A indicação dos testes deve ser individualizada e discutida entre o casal e o médico que está realizando o tratamento.

 

A Life Search deseja que essas informações tenham ajudado a tirar suas dúvidas. Caso ainda tenha questionamentos sobre FIV, PGT e reprodução assistida no geral, agende sua consulta com os especialistas em reprodução humana.

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Grávidas podem viajar seguindo alguns cuidados

Quando tem feriado à vista, logo uma viagem vem à cabeça. E nessas horas as grávidas se perguntam: será que eu posso? Viajar durante a gravidez não é contraindicado, mas é preciso adotar alguns cuidados. Leia 10 dicas importantes que separamos para você:

 

1- É mais seguro viajar de avião entre o 3º e o 7º mês – de preferência até a 32ª semana. Após o período citado, há o risco de entrar em trabalho de parto durante o voo.

 

2- As mamães com gestações múltiplas (dois ou mais bebês) devem tomar ainda mais cuidado. Elas não devem voar a partir da 28ª semana.

 

3- Grávidas têm mais necessidade de urinar. Escolha um assento no corredor e próximo ao banheiro do transporte.

 

4- Ficar muito tempo na mesma posição é contraindicado. Para não inchar, use meias de média compressão (saiba a ideal com o seu médico) e faça exercícios com as pernas enquanto estiver sentada.

 

5- Se a viagem for terrestre, faça paradas ao menos a cada 2 horas para andar um pouco, ir ao sanitário e se alimentar de forma leve.

 

6- Sempre use o cinto de segurança para evitar choques na barriga (o que pode ser bastante perigoso). Coloque o cinto abaixo da barriga.

 

7- Sobre as bebidas, tome um litro de água para cada 6 horas de viagem. Evite chá, café e refrigerante de cola, pois aumentam a vontade de urinar (diuréticas) e o excesso de cafeína não é saudável.

 

8- Cuidado com malas pesadas! Peça para outra pessoa para carregar se não for de rodinhas. Atenção também ao peso da bolsa de mão.

 

9- Divirta-se mantendo uma alimentação regular e um bom ritmo de sono. Beba água com frequência, use filtro solar e repelente (indicado pelo médico). Corte do seu roteiro: cavalgadas, tobogãs, passeios de moto e esportes radicais.

 

10- Leve remédios básicos, principalmente se for para outro país. Lembre-se de tomar apenas os previamente liberados pelo médico.

 

VIAGEM DE AVIÃO

Outra dúvida comum é sobre voar. As gestantes não podem viajar de avião? Mito. Se o médico autorizou a viagem, a grávida pode voar sim! No entanto, no último mês de gravidez, o ideal é não fazer muita extravagância. Afinal, o bebê pode querer nascer sobre as nuvens e o avião será obrigado a fazer um pouso de emergência. Então, nesse caso, é melhor não arriscar, não é mesmo?!

 

INÍCIO DA GRAVIDEZ

E o temido primeiro trimestre? Pode viajar neste período? Depende de cada paciente. Os cuidados tomados antes da gravidez e no início do primeiro trimestre são importantes para ajudar a evitar os abortos que são mais comuns nesta época da gravidez. A realização de exames, a suplementação de ácido fólico e atualização das vacinas é importante para uma gravidez saudável. Em casos específicos pode ser necessário cuidados especiais como restrição de atividades físicas ou reposição de determinados hormônios. Antes de embarcar ou colocar o pé na estrada, consulte seu médico.

 

USE REPELENTE

Para acertar na escolha do repelente, as futuras mamães devem seguir a orientação do Ministério da Saúde e escolher um produto à base de uma destas três substâncias: icaridina, IR3535 (etil butilacetilaminopropionato) ou DEET (dietiltoluamida). Elas são capazes de afastar o mosquito Aedes aegypti (vetor das doenças dengue, chikungunya e zika) e não vão fazer mal para o bebê. Antes de aplicar qualquer produto, aconselhe-se com o seu médico. No verão, a incidência dos mosquitos é imensa. Não corra riscos, proteja-se e evite viajar para áreas de epidemia de doenças que podem afetar o bebê. Consulte seu médico.

 

ATIVIDADES AQUÁTICAS

Desde que não haja grande esforço físico, as grávidas podem entrar em praias tranquilas e piscinas. Atividade aquática é uma ótima opção para as gestantes! Confira abaixo os principais benefícios:

– Alivia o peso extra da gestação

– Auxilia no controle da respiração

– Melhora a circulação sanguínea

Mas nada de se arriscar em águas profundas, agitadas ou poluídas.

 

ESPORTES E PARQUES

Durante a gravidez, é bom evitar os exercícios de grande impacto, como esportes radicais. Cuidado com as idas em parques. Atividades intensas podem causar dores ou até mesmo prejudicar o desenvolvimento do bebê. Além disso, para evitar possíveis quedas, os esportes com bola (futebol, vôlei) e andar de bicicleta devem ser evitados, principalmente no final da gravidez.

 

Lembre-se que as orientações contidas aqui (e em qualquer outra fonte) devem ser discutidas com o seu ginecologista/obstetra. Boa viagem! Você sabia que nossa mente pode afetar o funcionamento do nosso corpo? Então aproveite os feriados e fins de semana e relaxe!