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Mudanças no estilo de vida para engravidar

A Decisão de engravidar é uma das mais importantes na vida de uma família, em especial para a mulher. Assim, para você que é tentante ou está planejando sua gravidez, seguem algumas dicas de mudanças de hábitos importantes para começar já na sua vida!

1. Mude sua alimentação

É muito importante manter bons hábitos alimentares, não só para nossa saúde no geral, mas também para ter um organismo preparado para gerar o bebê e dar à luz. A alimentação desequilibrada pode desencadear diversas doenças, influenciando, inclusive, na fertilidade.

2. Controle o seu peso

É preciso prestar muita atenção no controle do peso. A obesidade ou a anorexia podem influenciar negativamente no sistema reprodutor, diminuindo drasticamente as chances de engravidar.

3. Evite hábitos pouco saudáveis

Hábitos como fumar ou beber em excesso podem causar danos oxidativos ao corpo da mulher, prejudicando diretamente a qualidade dos óvulos.

4. Faça acompanhamento médico regular

É importante manter-se atenta ao que acontece com você! Faça todos os exames ginecológicos relevantes e, no caso de sofrer qualquer tipo de desconforto, procure orientação médica.

5. Mantenha a calma

O estresse não ajuda em nada, sendo um grande inimigo também do equilíbrio hormonal. Além disso, altos níveis de estresse podem influenciar na fertilidade e fazer com que o processo de conceber um bebê seja mais demorado.

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Sexo na gravidez: entenda as alterações durante esse período

Aguardar pelo bebê significa, em muitos casos, aguardar também pelo regresso de uma vida sexual ativa. Mas o que é melhor, ter ou não relações sexuais durante a gravidez?

Segundo os médicos, se a gravidez não for de risco, o sexo está liberado do primeiro ao último trimestre. Transar, além de ser ótimo para a autoestima, controla a ansiedade, melhora o humor e libera endorfina.

O sexo ajuda ainda a melhorar o condicionamento físico, tão importante no trabalho de parto.

Como é o desejo sexual em cada fase na gravidez?

No primeiro trimestre é comum ter muitos enjoos, vômitos, dor nos seios, cansaço e sono – o que não combina muito com o desejo de ter relações sexuais. No entanto, se nada disso estiver acontecendo e não houver nenhuma restrição médica, nada impede a atividade sexual neste período.

Já no segundo trimestre, as náuseas e o cansaço costumam acabar e muitas gestantes se sentem mais dispostas. Há um aumento da irrigação sanguínea na região pélvica, o que pode causar maior sensibilidade nos órgãos genitais, e consequentemente, maior prazer nas relações sexuais.

No terceiro trimestre, a barriga já grande pode ser um desafio para o sexo na gravidez. Mas, nada que um casal com criatividade não possa contornar.

O bebê está protegido durante o sexo na gravidez?

Sim! Mesmo que o canal vaginal seja penetrado, o bebê não sente nada. Isso ocorre porque ele está protegido na cavidade uterina por uma espessa musculatura, pelo saco gestacional e pelo líquido amniótico.

Isso evita qualquer contato dele com o pênis, que sequer encosta na parte externa do colo. Além disso, no colo do útero se forma uma camada de muco que “fecha” a entrada desse órgão, com o objetivo de mantê-lo livre de germes e bactérias.

O sexo não prejudica o bebê, pois não o incomoda ou machuca, nem causa aborto, além disso, o sexo durante a gravidez é inclusive benéfico tanto para a mãe como para o bebê. Mas é importante lembrar que a mulher deve, sempre, seguir as recomendações do médico e que, em casos específicos, o sexo deve ser evitado.

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Segundo filho: 5 coisas que você precisa saber

A espera pela chegada do primeiro filho vem sempre carregada de um misto de sentimentos. São os medos, a ansiedade, incertezas, mudanças e, principalmente, expectativas. Entretanto, quando se espera o segundo filho, a ideia de que já tem experiência e sabe o que virá pela frente nem sempre é a correta. Apesar de o segundo filho já chegar em um ambiente mais tranquilo, nada é como o primeiro!

A segunda gravidez traz novidades, novos desafios, novas questões e alegrias. Além disso, com a chegada do segundo filho, passam a ser dois pequenos em casa!  Pensando nisso, fizemos uma lista com cinco coisas que você precisa saber sobre o segundo filho. Confira:

1 – SUA SEGUNDA GRAVIDEZ NÃO SERÁ COMO A PRIMEIRA

Como já dissemos anteriormente, nada é como antes. Apesar de ser uma gravidez, processo pelo qual já passou uma vez, o momento não é como foi o do primeiro filho. São novos sentimentos, novas curiosidades, novas apreensões e alegrias. Afinal, estamos falando de bebês diferentes. Outro ponto é a figura do primogênito. Além do processo gestacional, você também terá de dedicar um tempo à criança.  

2 – NÃO EXISTE O MOMENTO PERFEITO

Mesmo que a gravidez seja planejada, não há como escolher o momento perfeito e exato. Isso porque a vida está em constante mudança e sempre haverá algo para “adiar” a chegada de mais um pequeno. Dessa forma, quando o segundo filho “anunciar” a sua chegada para aumentar a família, pode esperar por muita loucura, bagunça e, mais do que tudo, pelo inesperado.

3 – COMO TUDO NA MATERNIDADE, VOCÊ NÃO TEM TODO O CONTROLE

Ao planejar – ou não – a chegada de um filho, seja em qualquer momento, você não terá o controle de tudo! Pode parecer aterrorizante esta frase, mas nem tanto… É preciso ter a consciência de viver cada momento, mesmo que estejam sendo vividos pela segunda vez, eles se apresentam como únicos. Mais uma vez frisando: é uma nova vida que está a bordo e chegando ao mundo. 

4 – NADA FARÁ COM QUE O SEU FILHO MAIS VELHO ESTEJA PREPARADO

Sabe os ciúmes? Pois bem, eles estarão presentes na figura do irmão. Por mais que ele seja preparado para recepcionar o irmão, em alguns momentos ele pode querer chamar a sua atenção e de familiares, até mesmo por já ter se acostumado a ser o foco principal da família. Entretanto, não precisa de desespero, ele vai passar por isso e, certamente, amará seu irmão mais novo, mas é normal que o começo seja, no mínimo, complicado.

5 – VOCÊ FICARÁ RADIANTE E FELIZ

A chegada de um filho é sempre especial. É um presente que agracia toda a família. Multiplica a alegria, o companheirismo e, principalmente, o amor. Por isso, este tópico é apenas para te falar que tudo ficará bem!

 

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Fertilidade feminina e o ciclo menstrual

Para analisar a fertilidade feminina, é de extrema importância compreender o ciclo menstrual. Por meio dele, é possível extrair diversas informações interessantes e que podem auxiliar nos tratamentos para gerar a vida. Com duração em torno de 28 dias, o ciclo menstrual se divide em três fases. E todas têm características próprias. Por isso, é muito importante que cada mulher conheça o seu ciclo, para entender melhor o próprio organismo, identificar quando há algo anormal e, sobretudo, saber quando sua menstruação vai chegar.

As três fases do ciclo menstrual são: folicular, ovulatória e lútea. Elas são responsáveis pelas alterações hormonais, mudanças de humor, cólica e também pelo aumento da libido. E, para facilitar a sua compreensão, segue abaixo um detalhamento de cada uma delas. Assim, fica mais fácil conhecê-las e identificá-las durante a passagem do mês. Gostou da ideia? Então confira!

FASE 1: FOLICULAR 

A fase folicular é a primeira do ciclo menstrual e ocorre do 1° dia até aproximadamente o 12° dia do mês, sendo o período que se inicia com o primeiro dia do fluxo menstrual. Normalmente, a menstruação tem a duração de 3 a 7 dias. Contudo, a fase folicular dura até aproximadamente 12 dias, que é quando o corpo se prepara para a maturação do óvulo que será liberado pelo ovário na fase seguinte. Uma curiosidade a ser lembrada é: o folículo é a estrutura que contém células do ovário e um óvulo no interior. A cada ciclo, normalmente apenas um folículo se torna o dominante, crescendo até cerca de 2,5 cm, antes de ovular. Nesta fase, o endométrio cresce em resposta ao estradiol produzido pelo folículo e, assim, a menstruação tem o seu fim em poucos dias.

FASE 2: OVULATÓRIA 

Uma das fases mais desejadas pelas mulheres que desejam engravidar, a fase ovulatória. Ela é responsável pelo período da expulsão do óvulo e que é logo coletado pela tuba uterina, onde espera para ser fertilizado. Neste momento, se houver o encontro com o espermatozoide, forma-se o embrião que pode gerar um bebê saudável. Vale lembrar que o óvulo é fecundado dentro da tuba uterina e o embrião formado demora cerca de 5 dias para conseguir chegar até ao interior do útero para se implantar. Caso não ocorra a fecundação, o óvulo é degenerado e eliminado. 

Não se pode esquecer de que, o famoso período fértil não se inicia na fase ovulatória. Ele ocorre de 5 a 6 dias antes e durante a ovulação, portanto, começa na fase folicular tardia, quando o folículo dominante está grande. Assim, o casal que está tentando engravidar não precisa esperar apenas o dia da ovulação para ter relações sexuais. Entretanto, se estiverem realizando o tratamento com orientação de coito, as relações deverão ocorrer nos dias programados, assim aumentando a chance de uma gravidez.

FASE 3: LÚTEA

A fase lútea, também chamada de secretória, inicia-se após a ovulação, quando o folículo dominante se transforma em corpo lúteo e que produz o hormônio predominante dessa fase, a progesterona. Quando o óvulo não é fecundado ou quando o embrião não se implanta no endométrio, o corpo lúteo perde sua função e a menstruação ocorre, pois a falta de progesterona causa a instabilidade do endométrio, fechando o ciclo menstrual. Essa fase tem a duração média de 14 dias após a ovulação e começa a apresentar os sintomas da TPM como, por exemplo, o cansaço, inchaço, irritabilidade, dores, entre outros.

O ciclo menstrual está relacionado diretamente com o período de maior fertilidade da mulher que busca uma gravidez. Se seu sonho é gerar a vida, o indicado é rastrear o ciclo menstrual e analisar as datas em que a fertilização pode ocorrer. Se após um ano de tentativas a gestação não acontecer, o melhor caminho é buscar ajuda com um especialista em Reprodução Humana.

 

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Celulares podem prejudicar a fertilidade masculina?

Atualmente, a tecnologia faz parte do cotidiano da maioria dos cidadãos. Seja para auxiliar no trabalho, locomoção e até para o lazer, os celulares, tablets, computadores e eletroeletrônicos estão por toda parte.

Entretanto, o contato direto e por muito tempo, principalmente com os smartphones, não faz muito bem à saúde. Segundo uma pesquisa realizada na Itália, o uso dos celulares guardados no bolso tem impacto na fertilidade masculina.

Como os celulares atingem a fertilidade? 

Apesar   de ainda não   saberem explicar   como os celulares   atingem a fertilidade masculina, os   cientistas cogitam que, o celular   no bolso e os casos de infertilidade se relacionam, também, com a questão das ondas eletromagnéticas emitidas pelos aparelhos e pela possibilidade do aumento da temperatura dos testículos  – já que os espermatozoides, como é sabido, devem ficar armazenados em uma temperatura inferior a do restante do corpo.

Quais   as consequências   do celular no bolso?
De acordo com o estudo da Universidade de Catania, manter o celular no bolso por diversas   horas pode ocasionar, na fertilidade masculina, as seguintes alterações: 

  •  Baixa na quantidade dos espermatozoides produzidos;
  •  Baixa na qualidade dos espermatozoides produzidos.

 Como prevenir a infertilidade pelo uso do celular? 

Para os homens que desejam saber como podem prevenir a infertilidade advinda do   uso dos smartphones, os cientistas recomendam: reduzir a duração das conversas e evitar portar o aparelho perto da virilha. Além disso dormir junto a ele, ou falar enquanto a bateria carrega não são hábitos legais. O ideal é usar fones de ouvido sempre que possível.

A garantia de uma vida saudável vem de hábitos implementados ao longo do tempo.   Trocar velhos hábitos que não fazem bem à saúde por novos, que promovam a qualidade de vida, é essencial para o desenvolvimento individual e preservação da fertilidade para realizar sonhos futuros. 

Apesar de já existirem vários estudos sobre o assunto, esse tema ainda é controverso e deve ser visto com cautela.

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Por que é importante fazer um planejamento familiar?

Muitos casais costumam esperar pelo “momento certo” para começar a planejar a construção de uma família. Sejam por fatores profissionais, financeiros e até mesmo emocionais, eles adiam o sonho de gerar a vida.

O que muitos não sabem é que o planejamento familiar, no Brasil, é um direito garantido por lei.  Além disso, o Estado tem o dever de oferecer acesso a recursos informativos, educacionais, técnicos e científicos para que a prática do planejamento familiar seja assegurada.

Afinal, o que é planejamento familiar? 

Chama-se de planejamento familiar, o conjunto de ações que auxilia a homens, mulheres ou casais a planejar a chegada de um filho. As intervenções, para aqueles que desejam   adiar o sonho da paternidade e/ou maternidade, são a utilização de métodos contraceptivos. Para aqueles que entendem que chegou o momento de receber a “visita da cegonha”, há o auxílio do calendário da fertilidade. 

Planejamento familiar e o calendário da fertilidade

O   calendário  da fertilidade   é usado para ajudar as   mulheres a realizarem um planejamento familiar “a mais” e engravidarem de maneira natural. Ele permite ter uma base dos dias férteis e assim, propiciar uma data ideal para a concepção.

Mas atenção, o calendário da fertilidade deve ser usado apenas por mulheres que desejam saber seu período fértil para engravidar e não como método contraceptivo. Existem no mercado diversos aplicativos que podem ajudar nessa missão.

Como fazer um planejamento familiar?

Para os homens, mulheres e casais que desejam  realizar um planejamento familiar, não há uma receita pronta para isso. Entretanto, algumas ações são pertinentes para alcançar o objetivo. 

Entre elas, estão:

  •  Cuidar da saúde sexual reprodutiva;
  •  Cuidar da saúde psicológica;
  •  Atendimento médico de qualidade;
  • Quando não conseguir gerar a vida pelo método natural após um  ano de tentativas, recorrer a um especialista em reprodução assistida.

Qual a importância do planejamento familiar? 

O planejamento familiar é importante para ajudar as famílias a prepará-las para a chegada de um filho e garantindo uma vida saudável, com os direitos e deveres preservados, tanto para os pais, quanto para as crianças.

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Dicas de filmes sobre gravidez

Receber a notícia que tem bebê a bordo é um momento especial na vida de toda a família, principalmente para quem aguarda ansioso por este momento. No entanto, o período de espera é de nove meses, mas o que fazer enquanto isso? As dicas são: preparar tudo com muito carinho, assistir a filmes – de documentários a comédias divertidas sobre este momento único – e ler alguns livros que podem auxiliar nos detalhes dos cuidados com o seu recém-nascido. Gostou da ideia? Então agora é a hora de conferir a lista que preparamos especialmente para vocês!

FILMES PARA SE PREPARAR
Mais do que a diversão, aqui vão as dicas de filmes para que, principalmente os papais de primeira viagem possam se preparar. Os filmes buscam demonstrar fases e situações que fazem parte do período de gravidez e, até mesmo, refletir sobre como lidar com elas. Confira:

1 – “O Começo da Vida” | Estela Renner
O documentário busca mostrar como o amor e o carinho são fundamentais na criação dos filhos. Para isso, ela entrevistou mães, pais, médicos e pesquisadores que, com muita sensibilidade, ajudaram a desvendar a primeira infância, que vai do nascimento aos seis anos da criança.

2 – “O que esperar quando você está esperando” | Kirk Jones
Baseado no best-seller que leva o mesmo nome “What to expect when you expecting”, das autoras Arlene Eisenberg, Heidi Murkoff e Sandee Hathaway. No filme a história mostra cinco casais prestes a terem filhos. Suas descobertas e dificuldades nesta nova fase da vida são apresentadas com muito bom humor nas mais diversas situações. O livro é daqueles que você deve ter como leitura de cabeceira, pois traz uma série de informações importantes sobre a gestação. Fica a dica!

FILMES PARA SE DIVERTIR
A fase gestacional é o tempo de viverem cada sentimento e descobertas que surgem com o passar de cada semana. Desde quando o bebê ainda é pequenino até o seu desenvolvimento para o parto, cada mexidinha, cada som do coraçãozinho batendo a cada ultra como as primeiras “fotografias” vão construindo o caminho mais belo até a sua chegada. Por isso, transmitir felicidade para o bebê é essencial e os filmes abaixo vão garantir boas risadas, confira!

1 – “O pequeno Nicolau” | Laurent Tirard
A comédia é muito fofa e pra toda família. O filme francês conta a história de Nicolau, um menino que leva uma vida tranquila, sendo amado por seus pais e com diversos amigos. Um dia ele surpreende os pais ouvindo uma conversa e entende que sua mãe está grávida. Nicolau entra em pânico, pois acredita que assim que o bebê nascer ele não mais receberá atenção e será abandonado na floresta, como ocorre nas histórias do pequeno Poucet, de Perrault.

2 – “Ligeiramente Grávidos” | Judd Apatow
O filme se aproxima da realidade de jovens que não pensam em constituir família, mas mudam suas vidas por causa de uma gravidez surpresa. Na história de Ligeiramente Grávidos, Alison Scott (Katherine Heigl) é uma repórter de TV ambiciosa que conhece o imaturo Ben Stone (Seth Rogen) numa boate. Os dois bebem muito e acabam passando a noite juntos, o que resulta na gravidez de Alison. No entanto, ao contrário do que se espera, a moça resolve dar uma chance para o relacionamento e acaba passando por poucas e boas ao lado do futuro pai de seu filho.

3 – “O Pai da Noiva 2” | Charles Shyer
A sequência do filme “O Pai da Noiva” traz o ator Steve Martin num dilema curioso: ao mesmo tempo em que a filha anuncia que ele será avô, sua esposa descobre que também está grávida. Isso faz com que seu personagem entre em crise, sentindo-se muito jovem para ter um neto e velho demais para cuidar de outro filho. A crise de meia idade só piora quando a família contrata um organizador maluco para o chá de bebê.

Agora é só estourar a pipoca, pegar aquele suco geladinho e se sentar no sofá para curtir um momento de lazer e aprendizado.

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Varicocele: o que é e como afeta a fertilidade?

O desejo de gerar a vida faz parte da vida de muitos homens. No entanto, o sonho de ser pai pode ser adiado devido devido a problemas na fertilidade masculina, entre eles, a varicocele. Sendo a principal causa de infertilidade nos homens, a varicocele é a dilatação das veias que drenam o sangue dos testículos. Ela ocorre devido a uma insuficiência das veias de drenagem desses vasos, o que leva ao represamento sanguíneo e o aumento do volume destas veias, formando as varizes. Embora muitos nunca tenham ouvido sobre a doença, ela pode contribuir nas alterações na produção e qualidade dos espermatozoides, afetando a fertilidade.

INCIDÊNCIA DE CASOS
Os dados atualizados indicam que, em todo o mundo, a varicocele ocorre em aproximadamente 15% dos homens. Para os casais tentantes e que apresentam problemas para engravidar, a doença pode estar presente em até 35% dos homens. É preciso ficar atento desde a adolescência, pois a frequência é muito semelhante à encontrada nos adultos e seu aparecimento se dá geralmente entre os 14 e 15 anos de idade. Além disso, a varicocele é encontrada predominantemente no testículo esquerdo, até 95% dos casos, algumas vezes em ambos, cerca de 10% a 20% e raramente no direito.

DESCOBERTA
O fato de os testículos se situarem dentro da bolsa escrotal faz com que sua temperatura seja mais baixa que a do corpo, condição que favorece a produção de espermatozoides. A varicocele, causa frequente de alteração da fertilidade masculina, é uma dilatação das veias que drenam o sangue dos testículos. O acúmulo de sangue produz aumento da temperatura local, o que pode produzir, ao longo do tempo, uma redução da fertilidade do homem, detectável pelo espermograma – geralmente as descobertas ocorrem quando o casal procura ajuda médica devido à dificuldade em gerar a vida.

SINTOMAS
Na maioria dos casos a varicocele é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas. Essa situação é um tanto quanto ruim e perigosa, pois pode prejudicar a função dos testículos sem que o homem tenha sintoma algum. Dessa forma, é fundamental consultar periodicamente um médico para certificar-se da ausência de doenças.

TRATAMENTO
Existem algumas opções de tratamento para varicocele, entre eles a cirurgia, entretanto nem sempre o tratamento cirúrgico deve ser realizado. Quando indicado, é realizado através região da virilha do homem. Assim, como em qualquer procedimento, a consulta médica é de extrema importância, pois somente ele poderá dar o diagnóstico correto e prescrever o tratamento melhor indicado para o seu caso, de forma personalizada. O importante é não desistir do seu sonho e manter a saúde em dia!

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Ovulação tardia: o que é e como lidar?

Muitas mulheres passam, desde a menarca (primeira menstruação), por diversos empecilhos durante o ciclo menstrual. Os efeitos podem ser cólicas, ciclos desregulados e até a ovulação tardia. Geralmente, a ovulação ocorre no meio do ciclo menstrual, que tem normalmente 28 dias, ocorrendo, por isso, por volta do dia 14. No entanto, em alguns casos, pode ocorrer mais cedo ou mais tarde.

Uma ovulação tardia é considerada uma ovulação que ocorre após o período esperado, depois do dia 21 do ciclo menstrual, atrasando a menstruação, mesmo em mulheres que geralmente têm um período menstrual regular. Geralmente, quando há o acompanhamento ginecológico, a situação pode ser descoberta mais rápida, mas às vezes, somente quando um casal tenta engravidar e têm dificuldade, que os casos são descobertos.

Isso porque, a ovulação tardia pode ser causada por diversos fatores e ser desenvolvida anos depois de possuir o ciclo menstrual regular. As principais causas são:

1- Estresse, que pode ter um impacto negativo na regulação hormonal.

2- Medicamentos.

3- Síndrome dos ovários policísticos.

4- Doença da tireoide, que influencia a glândula pituitária, responsável pela liberação dos hormônios LH e FSH, que estimulam a ovulação.

Os tratamentos podem ser realizados com médicos especializados. Mas você deve estar se perguntando: como a ovulação tardia afeta a fertilidade? A resposta é simples, se a ovulação tardia estiver associada uma condição como ovários policísticos ou hipotireoidismo, tratar diretamente a causa pode ajudar a regular a ovulação. E se forem outras causas, não significa que comprometa a fertilidade.

O que gera a dificuldade em engravidar em pessoas com ciclo menstrual irregular, é a dificuldade em prever quando é o período fértil ou quando ocorre a ovulação. No entanto, para isso também há possíveis soluções como, por exemplo, os testes de ovulação para identificar o período fértil e orientação de coito.

Procure médicos especializados. O sonho de gerar vida não pode ser deixado pelo caminho. Muitas vezes só precisa de pessoas certas ao lado para acompanhar na caminhada. Acredite!

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Por que as grávidas devem ter cuidado com a vitamina C?

A chamada nutrição gestacional é muito procurada pelas futuras mamães. As gestantes possuem necessidades específicas a cada trimestre da gravidez e devem ficar atentas às taxas de vitaminas, minerais e ganho de peso adequado. Mas como determinar o que é melhor em cada fase da gravidez e por que tomar cuidado com a vitamina C? Aqui vão as respostas…

A alimentação durante a gestação necessita de cuidados e tratamentos. A gestação não é época para fazer dietas restritivas e nem perder peso. Por outro lado, também não significa comer em excesso, ou “comer por dois”. A cada período, a alimentação precisa ser selecionada e muito mais balanceada. É claro que nada substitui o acompanhamento médico e os exames que devem ser feitos durante o pré-natal, ok?!

Agora sobre a vitamina C: ela se faz mais necessária durante o segundo trimestre, pois ela age na formação do colágeno, que compõe pele, vasos sanguíneos, ossos e cartilagem, aumenta a absorção do ferro e fortalece o sistema imunológico. Além disso, a ausência ou deficiência de vitamina C durante a gravidez pode aumentar o risco de infecções, ruptura prematura da membrana na gravidez, parto prematuro e eclampsia.

A dose recomendada de vitamina C para as gestantes é de 85 mg/dia, valor que se atinge facilmente com uma alimentação equilibrada no qual se incluem alimentos como vegetais, legumes e frutas frescas. Outro ponto importante é que o consumo deste tipo de alimentos seja diário, já que o ser humano não tem capacidade de criar uma reserva desta vitamina no organismo.

A vitamina C tem ainda um papel importante na absorção do ferro, na cicatrização e no crescimento normal dos ossos, além de promover a síntese de hormônios  Então, nada de descuidar da alimentação por toda a gestação, hein? Ter uma gravidez saudável é transbordar felicidade, de dentro para fora!