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Exames que avaliam a fertilidade feminina

Quando chegam à LifeSearch, muitas de nossas clientes passam por uma bateria de exames para que nossa equipe consiga avaliar as condições fisiológicas de cada mulher. Confira alguns exames importantes:

Ultrassonografia transvaginal – é um exame de ultrassom por via transvaginal é possível detectar: reserva ovariana; endometriose ; alterações uterinas como mioma, pólipo e mal formações; alterações ovarianas e hidrossalpinge.

Dosagem de hormônios – essa avaliação dos hormônios é feita por coleta de sangue. Por meio dessa análise conseguimos detectar alguma condição endócrina que esteja causando problemas de fertilidade na mulher. Dá para avaliar ainda sobre os hormônios avaliados são os que têm relação direta com a ovulação, como o FSH e o LH LH e FSH, além da Progesterona, TSH – tireoide, Prolactina, Hormônio antimulleriano (AMH) e Inibina B.

Histerossalpingografia – nesse exame, avaliamos a cavidade uterina e a profundidade das tubas uterinas, por meio de aplicação de contraste através do colo uterino seguida por uma série de radiografias

Biópsia do endométrio – é ideal para avaliar a condição da parede do útero em casos mais específicos. Pode ser solicitado em caso de suspeita de endometrite refratária ou até mesmo de câncer.

Videolaparoscopia – é feita a partir de uma pequeno corte na região do umbigo onde é introduzida uma câmera para avaliar a existência de aderências pélvicas, endometriose, miomas, alterações ovarianas e permeabilidade tubária. cistos ou outros distúrbios que causam dificuldades para engravidar.

Se quiser saber mais sobre exames, converse com nossa equipe: (31) 3327-1030

Como é possível fazer fertilização na pandemia?

A pandemia da Covid-19 pegou muita gente de surpresa e muitos casais, por medo de contrair a doença, adiaram o sonho de terem filhos.

Mas com muito cuidado e segurança, nossos clientes conseguem buscar a realização desse sonho.

 

Aqui na LifeSearch, estamos todos treinados para oferecer aos casais uma experiência segura. Nossa clínica é classificada como serviço essencial e estamos funcionando com rigorosos processos de desinfecção de nossos consultórios, laboratórios e recepção. Além disso, nossa equipe está totalmente treinada para oferecer melhor experiência aos nossos clientes, com total segurança!

 

Mas eu quero deixar algumas dicas de segurança para que você fique tranquilo:

 

Apresente-se na hora marcada

Esteja na hora marcada para seu tratamento. Nossa equipe estará esperando com toda a segurança e com poucas pessoas circulando em nossa clínica.

 

Siga orientações da OMS

É importante que o casal se previna e evite sair muito de casa e, principalmente, siga as recomendações da Organização Mundial da Saúde para não contrair o coronavírus. Use máscaras sempre que tiver que sair de casa, evite aglomerações, higienize frequentemente as mãos e superfícies com água e sabão ou álcool. Engravidar doente não é recomendado. Tenham cuidado redobrado se você estiver em tratamento.

 

Importante saber

Nossa clínica está em pleno funcionamento, mas se surgirem alguns sintomas ou até mesmo o diagnóstico de Covid-19 é importante comunicar com nossa equipe. O tratamento será imediatamente interrompido e retomado após o período de recuperação da doença.

 

A LifeSearch está à disposição dos casais que sonham em ter filhos. É possível continuar com as tentativas de engravidar e fazer fertilização na pandemia, com toda a segurança imposta pelos órgãos sanitários.

Principais causas do aborto de repetição

O aborto é mais normal do que se imagina e a  medicina tem evoluído no sentido de diagnosticar as causas destas perdas e promover tratamentos no intuito de concretizar o desejo de se ter um filho. Nesse sentido, destaca algumas causas que podem gerar essa doença:

  • Causas anatômicas: o útero pode ter alterações em sua anatomia, o que é considerado uma causa do aborto de repetição. Útero Septado, com sinequias, miomas submucosos entre outros, são motivos relevantes para que o aborto se repita;
  • Causas endócrinas: modificações endócrinas podem ocorrer durante a gestação. Alguns exemplos são a Insuficiência do Corpo Lúteo (redução da progesterona) e a Diabetes Gestacional;
  • Causa genética: o embrião, na sua formação, recebe material genético do pai e da mãe. Quando não há uma distribuição balanceada dos cromossomos, o embrião será portador de alterações cromossômicas que poderão causar abortamento. Há maior probabilidade disso acontecer em mulheres grávidas com idade avançada, sendo um risco maior a partir dos 35 anos de idade;
  • Alterações no DNA do espermatozoide: não apenas fatores femininos podem ser responsáveis por sucessivos abortos, mas masculinos também. Espermatozoides com alterações no DNA aumentam a chance de interrupção da gravidez.
  • Trombofilia: alterações hematológicas podem ser causas de aborto e, quando corretamente diagnosticadas e tratadas, a chance de perda gestacional diminuirá.

Infertilidade após o primeiro filho: mito ou verdade?

A facilidade para engravidar naturalmente na primeira vez não garante que o mesmo aconteça na segunda tentativa. É muito comum encontrar casais que, mesmo tendo engravidado com facilidade no primeiro filho, ficam meses ou mais de um ano tentando, sem sucesso, ter o segundo filho. A infertilidade secundária não é rara: na verdade, é tão comum quanto a infertilidade no primeiro filho. Os fatores que causam ambas condições são, inclusive, praticamente iguais. A dificuldade para engravidar pela segunda vez pode ser causada pela idade do casal, pelo estilo de vida (tabagismo, consumo de álcool, excesso de peso, entre outros) ou, ainda, por problemas de saúde, como algum processo inflamatório que cause obstrução das trompas, nas mulheres, e diminuição da espermatogênese (produção dos espermatozoides), nos homens. O estresse também aparece como grande vilão: o que acontece é que os casais, por não terem tido dificuldades na primeira gravidez, possuem a expectativa de que o mesmo irá acontecer na segunda tentativa, o que gera frustração. Além disso, se encontram cercados por pessoas que não tiveram problemas semelhantes e podem ter os abalos psicológicos aumentados pela cobrança e/ou falta de compreensão da família e do círculo social.

Levando em conta que a fertilidade está diretamente ligada à boa saúde mental e que há a possibilidade de influência das causas emocionais, é essencial que os casais busquem acompanhamento psicológico para reduzir os efeitos do estresse, o qual pode ter um grande papel na dificuldade em engravidar.

Fertilidade masculina: entenda os fatores hormonais

Geralmente, as mulheres podem engravidar desde a sua primeira menstruação até a menopausa, possuindo períodos férteis mensais de, aproximadamente, 6 dias. Normalmente, a última menstruação ocorre entre os 45 e 55 anos, definindo o fim da fase reprodutiva. Entretanto, a vida fértil dos homens é diferente – e menos definida – do que a das mulheres.

O homem pode ser pai em qualquer idade?  

O homem se torna fértil durante a puberdade, por volta dos 12 anos de idade. Ele tem uma queda na produção de espermatozoides quando atinge a faixa entre 50 e 60 anos de idade, devido à diminuição da produção de testosterona, que influencia diretamente a fertilidade masculina.

Todavia, há estudos que revelam uma perda de qualidade do sêmen a partir dos 40 anos de idade, o que resulta em maior tempo para conseguir chegar à gravidez. Ademais, uma vez obtida a gestação, há indicadores de que a idade paterna avançada pode aumentar a probabilidade de problemas na gestação da mulher  como aborto espontâneo e partos prematuros, além de também poder influenciar nas chances do filho desenvolver algumas condições, como o autismo e a esquizofrenia.

Entretanto, é importante ressaltar que tais condições não se desenvolvem somente por culpa da idade paternal – elementos como a idade materna, hereditariedade e fatores ambientais também participam deste processo.

Como avaliar a fertilidade masculina?

Espermograma

O espermograma é um exame no qual o médico avalia se a produção de espermatozoides é suficiente em quantidade e qualidade, analisando a viscosidade, pH, forma, motilidade e concentração de espermatozoides vivos.

Dosagem de testosterona

Como dito no texto, a testosterona influencia diretamente na produção de espermatozoides. Saber a quantidade deste hormônio no corpo é essencial para analisar a capacidade reprodutiva do homem.

A adoção de hábitos de vida saudáveis, como uma dieta alimentar balanceada e a prática regular de atividades físicas, associada ao abandono do tabagismo e redução da ingestão de bebidas alcoólicas refletem positivamente na fertilidade masculina e do casal.

Não deixe de realizar acompanhamento médico caso você possua desejo em ter um filho. A fertilidade masculina também é fundamental no processo de conceber uma gravidez, e o apoio de profissionais capacitados faz toda a diferença no sucesso do processo.

Especialista explica sobre tratamentos para casais homoafetivos conseguirem gerar filhos

A declaração do Papa Francisco a favor da união civil entre homossexuais, trazida em um documentário lançado na última quarta-feira (21/10), despertou diversas discussões sobre a formação de famílias cujo núcleo é constituído por casais homoafetivos.

Após o reconhecimento da união estável de pessoas de mesmo sexo pelo Supremo Tribunal Federal, em 2011, houve importante aumento de registro de casais homoafetivos, e, consequentemente, o desejo de constituir uma família.

Com base nas normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), atualizada em 2017 é possível a gestação em casais homoafetivos femininos utilizando-se sêmen de doador, óvulo de uma e útero da outra parceira. Está previsto, também, um casal de homens ter filhos com material genético de um deles em um útero de substituição e óvulo doado.

Na Life Search- clínica especializada em reprodução humana, que está localizada dentro do Hospital Lifecenter, os especialistas sempre foram acionados pelos casais homoafetivos sobre o sonho de terem filhos.

De acordo com Dra. Ines Katerina, atualmente, existem diversas técnicas de reprodução assistida que conferem, independentemente do sexo dos casais, a possibilidade de se tornarem pais e mães.

Como ocorre o tratamento entre os casais:

Casais do sexo feminino–  caso não haja problemas de fertilidade, podemos realizar duas técnicas. A primeira opção é a inseminação intrauterina, quando o sêmen de doador anônimo é tratado e são selecionados os espermatozoides de melhor qualidade para serem depositados diretamente no útero da mulher, facilitando a fecundação. Porém nesse caso o útero e óvulo são da mesma mulher. Outra opção  é a gestação compartilhada, em que se utiliza o óvulo de uma das parcerias e o útero de outra.  Nesse caso, o espermatozoide utilizado para a fecundação também é de um doador anônimo.

Entretanto, a escolha da melhor opção vai depender da vontade do casal, e das condições clinica de cada uma das parceiras, e deve ser discutido amplamente com o seu médico especialista.

Casais de sexo masculino– somente a fertilização in vitro é possível. É utilizado um óvulo proveniente de uma doadora anônima, que será fecundado com o espermatozoide de um dos dois parceiros. O embrião gerado deve ir para o útero de alguma mulher que esteja disposta a passar pela gestação e que possua parentesco de até quatro grau com algum membro do casal, e que tenha condições médicas de engravidar.

Regulamentado pelo CFM- segundo a especialista, todo este processo é regulado pelo Conselho Federal de Medicina, havendo regras estritas a serem cumpridas, sendo que a última atualização da norma foi feita em 2017 ((Resolução CFM 2168/2017),

Paternidade- em relação à paternidade, a Dra. Ines Katerina ressalta que existe um aparato jurídico no qual se permite o registro do casal como pais legais da criança, sendo o procedimento completamente legal e seguro.

Sobre a fonte

Dra. Ines Katerina Damasceno Cavallo Cruzeiro é PhD em reprodução assistida e diretora técnica da Clínica Lifesearch.

A LifeSearch possui infraestrutura completa, localiza-se no Centro Clínico Avançado Lifecenter, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Possui equipamentos e técnicas avançadas para tratamento personalizado e individualizado, cuidando do presente e do futuro dos pacientes, garantindo, antes de tudo, assistência à vida e à família, com o intuito de consolidar-se como uma marca reconhecida pelo alto grau de satisfação de seus clientes.

Brasil lidera ranking de reprodução assistida na América Latina

De acordo com levantamento da Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (REDLARA), o Brasil lidera o ranking de países da região com mais recém-nascidos frutos de fertilização in vitro (FIV) e inseminação artificial.

Entre a década de 90 até 2016, 83 mil bebês brasileiros nasceram por meio de tratamentos de reprodução assistida. A Argentina ocupa o segundo lugar no ranking e, na sequência, o México.

Em nota divulgada pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), o Brasil ocupa a primeira posição porque concentra cerca de 40% dos centros de reprodução assistida da região, além de ser o país mais populoso entre os analisados.

Continue a leitura e saiba mais sobre este recente levantamento.

Levantamento revela também uma mudança no perfil das pacientes

Ainda de acordo com o levantamento, a fertilização in vitro e a inseminação artificial correspondem a mais da metade (53%) dos procedimentos de reprodução assistida realizados pelas brasileiras.

A pesquisa indicou também uma mudança no perfil das pacientes, com aumento da procura por mulheres acima dos 40 anos.

No ano 2000, metade dos tratamentos era realizado por mulheres com idade abaixo de 34 anos. Em 2016, o percentual caiu para 28%. Por outro lado, durante esse mesmo período, a demanda pelo tratamento duplicou entre as mulheres acima de 40 anos. O percentual que era de 14,9%, atingiu, em 2016, 31%.

Saiba mais sobre a fertilização in vitro e inseminação artificial

A indicação do melhor método para cada paciente deve ser feita pelo médico especialista, após o diagnóstico das causas de infertilidade. E embora os tratamentos tenham o mesmo objetivo, cada um deles apresenta um processo e indicações específicas. Entenda as diferenças a seguir.

Fertilização in vitro (FIV)

Tratamento no qual os óvulos e os espermatozoides são extraídos, preparados e depois fecundados artificialmente, in vitro, fora do útero. O óvulo fertilizados é mantido em uma estufa e, somente depois da divisão celular, o embrião é colocado no útero da futura mamãe.

É recomendada para casos mais graves, como obstrução das tubas uterinas (que impedem a passagem dos espermatozoides), alterações no sêmen e endometriose.

A FIV também é o tratamento recomendado para casais homoafetivos que desejam ter filhos biológicos.

Inseminação intrauterina

Mais conhecida como inseminação artificial, essa técnica consiste na injeção dos espermatozóides diretamente na cavidade uterina da mulher, no dia da ovulação. O objetivo é facilitar que os espermatozóides encontrem o óvulo e aconteça a fecundação.

A inseminação intrauterina é indicada para pacientes com endometriose leve ou que apresentem alterações no colo do útero, que impedem a passagem dos espermatozoides.

O tratamento é recomendado, também, quando o homem apresenta alterações no sêmen, como espermatozoides pouco móveis ou em baixa quantidade.

É importante que os casais tentantes passem por uma avaliação detalhada para um diagnóstico preciso permitindo, dessa forma, mais chances de conseguir a gravidez.

Para saber mais sobre reprodução assistida, continue navegando em nosso blog.

Covid-19 e gravidez: tudo que você precisa saber

Diante do atual cenário de pandemia, é comum que diversos questionamentos sejam feitos por todos nós, especialmente por quem está esperando a chegada de um bebê. As incertezas dessa nova doença acabam aumentando a preocupação das mães sobre como ter uma gestação saudável e segura.

Para esclarecer algumas dessas dúvidas, continue a leitura do post! Estar bem informada é fundamental para diminuir a ansiedade durante esse período.

Grávidas são do grupo de risco da Covid-19?

Apesar de na maioria dos casos, até o momento, a doença ter se apresentado de forma branda nas gestantes, elas e as puérperas são mais vulneráveis a infecções. Por isso, mulheres grávidas são consideradas grupo de risco de acordo com o Ministério da Saúde.

Além disso, gestantes portadoras de doenças crônicas estão mais suscetíveis a quadros graves de Covid-19, segundo pesquisas recentes.

A doença pode causar complicações durante a gravidez ou no parto?

Até o momento, os estudos indicam que não foi identificado um aumento do número de abortamentos ou outras complicações para a saúde do feto quando a mãe foi diagnosticada com coronavírus.

Também não foi encontrado nenhum indício do vírus no líquido amniótico ou no leite materno. Por isso, a amamentação continua sendo estimulada, com os devidos cuidados, mesmo em mães infectadas.

Por ser uma doença nova, os estudos estão acontecendo paralelo à disseminação do vírus, o que torna a informação mais escassa e mutável. Sendo assim, a qualquer momento novas pesquisas podem mudar completamente o cenário que temos hoje.

De modo geral, o recomendável é que as gestantes redobrem os cuidados para evitar uma possível contaminação. Isso significa adotar os mesmos cuidados de higiene e distanciamento social que as outras pessoas.

Ou seja, é importante manter alguns hábitos:

– Lavar as mãos várias vezes ao dia com água e sabão e usar álcool gel;

– Manter uma distância segura das outras pessoas caso precise sair de casa;

– Evitar tocar os olhos, boca e nariz sem lavar as mãos antes.

E caso a gestante apresente sintomas como febre e dificuldade para respirar,  é recomendado procurar assistência médica o mais breve possível.

Vale destacar, ainda, que as mulheres grávidas ou puérperas devem continuar seguindo as rotinas de acompanhamento médico.

E os casais tentantes, o que devem fazer nesse momento?

Em meio à pandemia, as instituições de saúde não estão recomendando a continuidade dos ciclos de tratamento dos casais tentantes, exceto em casos específicos, como pacientes oncológicos.

Nessa circunstância, a criopreservação é uma alternativa para seguir com o tratamento no futuro, em um cenário de mais segurança e tranquilidade.

O procedimento coleta gametas ou embriões e os mantém congelados a 196º graus negativos, preservando o material genético por tempo indeterminado. Por meio desse tratamento, portanto, é possível adiar o sonho de ter filhos com segurança, tendo a chance de aguardar o fim da pandemia para dar continuidade ao ciclo de fertilização.

Diante deste momento incerto, as dúvidas podem deixar muitas famílias angustiadas. Mas é preciso ter cautela e acompanhar sempre as atualizações científicas sobre o assunto.

Gostou desse conteúdo? Continue navegando em nosso blog.

Tratamento de fertilidade para transgêneros

Uma das grandes questões entre os transgêneros é a possibilidade de ter filhos biológicos. Afinal, a identificação com o sexo oposto ao do nascimento não interfere na vontade de ser pai ou mãe. Por outro lado, cirurgias e terapias hormonais podem causar infertilidade temporária ou mesmo, efetiva.

Apesar disso, são poucas pessoas que se preocupam com esse assunto nas primeiras consultas ao médico durante o processo de transição de gênero. Mas afinal, transgêneros podem ter filhos biológicos?

Sim! E o caminho mais viável para isso passa pela preservação da fertilidade.

Preservação da Fertilidade para Transgêneros

No momento em que a transição está acontecendo, pode ser que a pessoa não sinta o desejo de ter filhos. Mas e no futuro? Por isso, a preservação da fertilidade deve ser um assunto discutido logo no início do processo de transição.

Esse método consiste no congelamento de gametas (espermatozoides ou óvulos) ou de embriões, para posterior fecundação. O material genético pode ficar congelado por tempo indeterminado. O procedimento deve ser realizado antes do uso dos hormônios na transição.

Homens trans, gravidez e fertilização in vitro (FIV)

Muitos homens transgêneros tem vontade de gerar um filho. E essa possibilidade é real pois possuem o órgão reprodutor feminino. Para isso, é necessário interromper o tratamento hormonal antes, durante e alguns meses após a gravidez. Consequentemente, será produzido progesterona causando crescimento nos seios e menstruação.

Caso o paciente não deseje gerar a criança, mas tenha os seus óvulos congelados, é possível recorrer a um útero solidário. A fecundação é feita em laboratório, por meio de fertilização in vitro e, depois, o embrião é implantado no útero da parceira ou no útero solidário. Neste segundo caso, a mulher a gerar a criança deve ser uma parente em até 4º grau do paciente, ou seja, mãe, irmã ou tia, por exemplo.

Mulheres trans, gravidez e fertilização in vitro (FIV)

No caso das mulheres trans, também é possível ter filhos biológicos. Porém, não é possível que a paciente gere a criança, já que possui os órgãos reprodutores masculinos.

Mas por meio do coito com um indivíduo que possua os órgãos reprodutores femininos ou por meio da coleta de espermatozoides para inseminação artificial ou fecundação in vitro, é possível gera a vida.

Caso já tenha sido feito o congelamento do esperma, basta fazer a fecundação por meio das técnicas de reprodução assistida.

Se você é um transgênero e pretende ter filhos ou quer deixar essa possibilidade em aberto, converse com seu médico ou procure uma clínica de reprodução assistida. O sonho de ter filhos biológicos não precisa ser interrompido para você ser quem é.

Nesse artigo você pode saber mais sobre Preservação da Fertilidade: http://lifesearch.com.br/saiba-mais-sobre-preservacao-da-fertilidade/